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   Lato sensu - Disciplinas, horários e professores - 2003

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    Introdução Às Técnicas de Reportagem, Entrevista e Redação Jornalística

    Responsável: Vera Regina Toledo Camargo/ Amarildo Carnicel

  • Ementa

    Esta disiciplina introdutória aborda os critérios para a seleção da notícia, assim como as técnicas de entrevista e pesquisa. As estruturas do texto e da redação serão enfatizados (lead, pirâmidde invertida e gêneros jornalísticos). Busca dar um suporte às técnicas jornalísticas.

  • Objetivos

    Identificar os gêneros mais utilizados nas matérias jornalísticas, assim como discutir os critérios da construção da notícia. A seleção da informação e a elaboração da matéria para os meios impresso, radiofônico e televisivo.

  • Atividades Programadas:

    10/03 – Apresentação
    17/03 – Jornalismo e Memória Fotográfica (entrevista: jornalista Amarildo Carnicel)
    24/03 – A elaboração da pauta. Trabalhando com as fontes
    31/03 – A contextualização. Texto didático. Box. Exercícios
    07/04 – Entrev. Coletiva. Texto de jornal e de revista. Texto interpretativo/opinativo
    14/04 – O jornalismo econômico no jornal diário (entrevista: jornalista Clayton Levy)
    28/04 – Lead – histórico. Diferentes estruturas e modos de uso
    05/05 – O uso do nariz-de-cera, do feature. Chamada de capa. Exercícios
    12/05 – A manipulação visual da notícia (entrevista: jornalista Nelson Chinalia)
    19/05 – Edição, titulação, olho, linha fina, legenda, texto legenda. Exercícios
    26/05 – AI – O papel do assessor e o relacionamento com a mídia (parte 1)
    02/06 – AI – O papel... (parte 2). Apresentação e discussão de vídeo. Exercícios
    09/06 – O cientista e o relacionamento com a mídia (entrevista: nome a confirmar)
    16/06 – Jornalismo literário (entrevista: jornalista Eustáquio Gomes)
    23/06 – Mídia impressa e identidade visual

  • Bibliografia:

    BAHIA, Juarez. Jornal, história e técnica - as técnicas do jornalismo. São Paulo: Ática, 1990.
    COIMBRA, Oswaldo. O texto da reportagem impressa. São Paulo: Ática, 1993.
    COLLARO, Antonio Celso. projeto gráfico - teoria e prática da diagramação. São Paulo: Summus Editorial, 1996.
    DINES, Alberto; Vogt, Carlos; Melo, José Marques de. A imprensa em questão. Campinas: Unicamp, 1997.
    DINES, Alberto (org.). 100 páginas que fizeram a história. São Paulo: LF&N, 1997.
    DINES, Alberto. O papel do jornal. São Paulo: Summus Editorial, 1986.
    KOTSCHO, Ricardo. a prática da reportagem. São Paulo: Ática, 1995.
    LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. São Paulo: Ática, 1997.
    MARCONDES, Ciro. Quem manipula quem? Petrópolis: Vozes, 1986.
    MEDINA, Cremilda. Notícia – um produto à venda. São Paulo: Summus Editorial, 1988.
    MEDINA, Cremilda. Entrevista – O diálogo possível. São Paulo: Ática, 1995.
    NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. São Paulo: Contexto, 2003.
    SILVA, Rafael Souza, Diagramação - o planejamento visual gráfico na comunicação impressa. São Paulo: Summus Editorial, 1985.
    VILAS BOAS, Sérgio. O estilo magazine: o texto em revista. São Paulo: Summus Editorial, 1996.

  • Outras fontes

    A revista no Brasil, São Paulo, Editora Abril, 2000.
    Manual de estilo editora abril: como escrever bem para nossas revistas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990.
    Manual de redação e estilo.São Paulo: O Estado de S. Paulo, 1997.
    Manual de redação e estilo. Rio de Janeiro: O Globo, 1998.
    Manual nacional de assessoria de imprensa, Brasília, Fenaj, 1994.
    Novo manual da redação. São Paulo: Folha de S. Paulo, 1998.

    Ciência, Tecnologia e Sociedade
    Responsáveis: Sérgio Queiroz, Sérgio Salles F.

  • Ementa

    Esta disciplina apresenta, através de conteúdo histórico/analítico, o contexto em que se processa o desenvolvimento científico e tecnológico desde a Revolução Industrial até os dias de hoje. Discute as relações entre ciência, tecnologia e desenvolvimento econômico e social, tanto nos países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento.

  • Tópicos do Programa (aulas expositivas mais quatro sessões de seminários)

    (17/3) Ciência e tecnologia no mundo atual: uma introdução às questões do curso
    (o) The World Bank (1999), Overview e caps. 1 e 2; Hobsbawn (1995), cap. 18
    (c) Ernst e O' Connor (1989), parte 1; Freeman e Perez (1988); Freeman (1975) pp. 19-33;
    (24/3) A transição ao capitalismo industrial
    (o) Mantoux (1987), Introdução e Segunda Parte
    (c) Marx (1983), Caps. 10, 11, 12, 13 e 23; Mantoux (1987), Primeira Parte; Hobsbawn (1971) Caps. 2 e 3; Dobb (1983), Cap. 1 e 7
    (31/3) Emergência das indústrias baseadas na ciência
    (o) Landes (1980) Cap. 5, pp. 351-383; Braverman (1974), Cap. 7; Noble (1979) Caps. 1 a 3 (c) Mowery e Rosenberg (1989) Cap. 2 e 3
    (7/4) Ciência, tecnologia, Estado e grandes corporações: a era da Big Science
    (o) Freeman (1975) Cap. 1; Bernal (1954) Introdução e Cap. 10.7-10.11
    (c) Mowery e Rosenberg (1989) Caps. 4, 5 e 6; Freeman (1975) Caps. 3 e 4
    (14/4) Ciência, Tecnologia e Inovação: conceitos básicos
    (o) OCDE (1992), cap. 1; OCDE – Manual Frascati (1994), cap 2
    (c) Schumpeter (1943), cap. 7; OCDE – Manual de Oslo (1998), Caps. 1 e 2
    (28/4) Sistemas de inovação e competitividade: conceito e situação em países escolhidos (o) Freeman (1988); Nelson (1993), cap. 16; OCDE (2002) (c) Porter (1998); Lederman (1991); Amsdem (1989) Sistemas de C,T&I no Brasil (5/5)
    (o) Morel (1979), cap. 2; MCT (2001) introdução e caps. 1 e 6; IBGE/FINEP (2002)
    (c) Coutinho e Ferraz (1994), Parte I, cap. 3; Dahlman e Frischtak (1993), cap. 13; Ferraz et alii (1996), cap. 1
    (12/5) Crise mundial, reestruturação produtiva e globalização
    (o) Chesnais (1996), caps. 1 e 12; Hobsbawn (1995), cap. 14; Ruigrok e van Tulder (1995), caps. 6 e 7 (c) Hobsbawn (1995), Introdução; Piore e Sabel (1984), caps. 7 e 8; OCDE (1992), caps. 10 e 11; Sagasti (1995); Porter (1986)
    (19/5) Desenvolvimento tecnológico e propriedade intelectual
    (o) Barton et alii, cap. 1 (2002); Carvalho et alii (2002)
    (c) WIPO (2001); Chamas, cap. 2 (2001); FAPESP (2002)
    (26/5) Tecnologia, trabalho e emprego
    (o) Krugman (1996) Capítulo 12, pp. 183-195; Pastore (2002)
    (c) Mattoso (1995), cap. 3 e 4, pp.69-154; Mattoso (2000)

  • Seminários

    (2/6) Relações universidade-empresa
    (9/6) C&T e meio ambiente
    (16/6) Globalização da P&D industrial
    (23/6) Financiamento para C&T

  • Bibliografia

    msden, A. H. (1989) Asia's next giant, Oxford Universty Press.
    Barton, J.; Alexander, D.; Correa, C.; Mashelkar, R.; Samuel G.; Thomas, S. (2002) Integrating intellectual property rights and development policies, Londres, CIPR.
    Bernal (1954) La ciencia en nuestro tiempo , Ed. Nueva Imagen, Mexico.
    Braverman (1974) Trabalho e capital monopolista, Zahar, Rio de Janeiro.
    Carvalho, S. P. M.; Yamamura, S.; Machado, G. & Buainain, A. M. (2002) “Tendências focalizadas em propriedade intelectual, transferência de tecnologia e informação tecnológica no Brasil”, Anais do XXII Simpósio de Gestão da Inovação Tecnológica. Salvador, 6 a 8 de novembro, 2002.
    Chamas, C. I. (2001) Proteção e exploração econômica da propriedade intelectual em universidades e instituições de pesquisa, Rio de Janeiro, UFRJ. Tese de doutorado.
    Chesnais, F. (1996) A mundialização do capital, Xamã, São Paulo.
    Coutinho L. e Ferraz, J.C. (1994), Estudo da competitividade da indústria brasileira, Editora da Unicamp e Papirus, Campinas.
    Dahlman, C. e Frischtak, C. (1993), “National systems supporting technical advance in industry: the brazilian experience”, in Nelson, R. (ed) National Innovation Systems - a Comparative Analisys, Oxford University Press, New York, Oxford.
    Dobb, M. (1983) A evolução do capitalismo, col. Os Economistas, Abril Cultural, São Paulo.
    Ernst, D. e O'Connor, D. (1989) Technology and global competition - the challenge for newly industrialising economies, OECD - Development Centre Studies, Paris.
    FAPESP (2002) Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação em São Paulo, FAPESP.
    Ferraz, J. C. et alii (1996) Made in Brasil, Campus, Rio de Janeiro.
    Fransman, m. “What we know about the Japanese innovation system and what we need to know”, in Inose, H. , Kawasaki, M. e Kodama, F. (eds) Science and Technology Policy Research “What should be done?” “What can be done”, The Proceedings of the NISTEP International Conference on Science and Technology Policy Research, Mita Press, Tokyo, Japan.
    Freeman, C. (1975) La teoria economica de la innovación industrial, Penguin Alianza.
    Freeman, C. (1988), “Japan: A New National System of Innovation?”, in Dosi et alii (eds.), Technical Change and Economic Theory, Pinter Publishers, Londres, 1988.
    Freeman, C. e Perez, C. (1988), “Structural crises of adjustment: business cycles and investment behaviour”, in Dosi et alii (eds.), Technical Change and Economic Theory, Pinter Publishers, Londres, 1988.
    Hobsbawn, E. (1971) Da revolução industrial inglesa ao imperialismo, Forense Universitária, Rio de Janeiro.
    Hobsbawn, E. (1995), Era dos extremos - O breve século XX - 1914-1991, Companhia das Letras, S. Paulo.
    IBGE/FINEP (2002) Pesquisa Industrial Inovação Tecnológica 2000 (PINTEC), IBGE (MPOG)/FINEP (MCT). Rio de Janeiro, 2002. 19p. (www.ibge.gov.br)
    Katz e Bercovich (1993) “National systems of innovation supporting technical advance in industry: the Case of Argentina”, in Nelson, R. (ed) National Innovation Systems - a Comparative Analisys, Oxford University Press, New York, Oxford.
    Kim, L. (1993) “National systems of industrial innovation: dynamics of capability building in korea”, in Nelson, R. (ed) national innovation systems - a comparative analisys, Oxford University Press, New York, Oxford.
    Krugman, P. (1996) “A vingança da tecnologia”, Internacionalismo pop, Campus, Rio de Janeiro, Publifolha, São Paulo, 1999. Capítulo 12, pp. 183-195.
    Landes, D.S. (1980) The unbound Prometeus, Cambridge University Press, Cambridge.
    Lederman, L. (1991) “U.S. research and development policy and priorties and comparisons with selected countries: Canada, France, Germany, Japan , Sweden, United Kingdom, and United States”, in Inose, H. , Kawasaki, M. e Kodama, F. (eds) Science and technology policy research “what should be done?” “What can be done”, The Proceedings of the NISTEP international conference on science and technology policy research, mita press, Tokyo, Japan.
    Mantoux, P. (1987) A Revolução industrial no século XVIII, Hucitec, São Paulo.
    Marx, K. (1983), O capital, col. Os Economistas, Abril Cultural, São Paulo.
    Mattoso, J. (1995) A desordem do trabalho, Coleção Pensieri, Scritta, São Paulo, cap. 3 e 4, pp.69-154.
    Mattoso, J. (2000) “Tecnologia e emprego – uma relação conflituosa”, São Paulo em Perspectiva – Revista da Fundação SEADE, vol. 14, nº 3.
    MCT (1995), Ministério da Ciência e Tecnologia, Ciência e Tecnologia no Governo Federal, MCT, Brasília, dezembro 1995.
    MCT (2001) Ciência, Tecnologia e Inovação: desafio para a sociedade brasileira (Livro Verde), Ministério da Ciência e Tecnologia, Brasília, 2001; Web: http://www.mct.gov.br, introdução e caps. 1 e 6.
    Morel, R. L. M. (1979), Ciência e Estado, a política científica no Brasil, T.A. Queiroz, São Paulo.
    Mowery, D. e Rosenberg, N. (1989) Technology and the pursuit of economic growth, Cambridge University Press, Cambridge.
    Mowery, D. e Rosenberg, N. (1993) “The US national innovation system”, in Nelson, R. National Innovation Systems - a comparative analysis, Oxford University Press, Nova York.
    Nelson, R. (ed.) (1993) “A retrospective”, in Nelson, R. National Innovation Systems - a comparative analysis, Oxford University Press, Nova York.
    Nelson, R. e Rosenberg, N. (1993) “Technical innovation and national systems”, in Nelson, R. National Innovation Systems - a comparative analysis, Oxford University Press, Nova York.
    Noble, D. F. (1977) America by Design, Alfred A. Knopf, New York.
    OCDE (1992) Technology/Economy Programme, Technology and Economy - The Key Relationships, OCDE, Paris.
    OCDE (1994) Manual Frascati 1993, OCDE, Paris.

    OCDE (1998), Manual de Oslo. La medición de las actividades científico y técnicas. Principios básicos propuestos para la recopilación e interpretación en interpretación de datos sobre innovación tecnológica, Martinez, E. e Albornoz, M. (eds), Indicadores de ciencia y tecnologia: el estado del arte y perspectivas, Unesco, Programa Cyted, Ed. Nueva Sociedad, Caracas.

    OCDE (2002) Science, technology and industry outlook – highlights, OCDE, Paris, 2002.
    Odagiri, H. e Goto, A. (1993) “The japanese system of innovation: past present and future”, in Nelson, R. National Innovation Systems - a comparative analysis, Oxford University Press, Nova York.
    Oteiza, E. et alii (1992) “La politica de investigación cientifica y tecnologica Argentina”, História y perspectivas, 1992.
    Pastore, J. (2002) “Ingredientes das Políticas de emprego. O papel das instituições”, in CASTRO, A.C. (org.) BNDES - Desenvolvimento em Debate - Painéis do Desenvolvimento Brasileiro - II, Mauad, Rio de Janeiro, pp.39-45.
    Piore, M. J. e Sabel, C. F. (1984), The second industrial divide - possibilities for prosperity, Basic Books, EUA.
    Porter, M. E. (1986) “Competition in global industries: a conceptual Framework”, in Porter, M. E. Competition in global industries, Harvard Business School Press, Boston.
    Porter, M. (1993) A Vantagem competitiva das nações, Ed. Campus, Rio de Janeiro, caps. 3 e 4.
    Porter, M. (1998) “A Vantagem competitiva das nações”, in Montgomery, C. & Porter, M. Estratégia – a busca da vantagem competitiva, Ed. Campus, Rio de Janeiro, p. 145-179
    Rosenberg, N. (1982) Inside the black box - Technology and economics. Cambridge University Press.
    Ruigrok, W. and van Tulder, R. (1995) The logic of international restructuring, Routledge, London.
    Sagasti, F. R. (1995) “Knowledge and development in a fractured global order”, Futures, 27 (6).
    Schumpeter, J. A. (1943), Capitalism, socialism and democracy, G. Allen & Unwin, Londres, 1976.
    The World Bank (1999) Knowledge for development - world development Report 1998/99, Oxford University Press, Oxford and New York.
    WIPO (2001) “Intellectual property handbook: Policy, law and use”, WIPO publication, # 489 (e), Geneva, 2001, www.wipo.org/about-ip.

  • Avaliação: trabalho final (70%) mais seminários e participação em classe (30%).

    Fontes de informação em Ciência e Tecnologia
    Responsável: Marcelo Knobel

  • Objetivo Geral

    A disciplina tem como objetivo geral ensinar ao futuro divulgador científico todos os elementos relativos às fontes de informação primárias e secundárias disponiveis em Ciência e Tecnologia, como podem ser usadas profissionalmente, como acessá-las, e como organizar as informações assim adquiridas. 

  • Objetivos específicos

    Identificar ferramentas de busca de informação científica através de métodos tradicionais e de novos meios de comunicação, incentivando sua utilização. Discutir os critérios (quantitativos e qualitativos) de seleção das fontes de informação. Apresentar modelos de organização da informação científica (bancos de dados, hipertexto, etc.). Organizar a informação adquirida para referência, localização rápida e utilização. Identificar e discutir os principais problemas éticos e profissionais envolvidos nos acessos às fontes. Discutir problemas gerais relacionados com divulgação científica.

  • Ementa

    Conceito de fontes de informação. Histórico e evolução das publicações científicas e outras fontes de informação. Avaliação das fontes de informação existentes em C&T e sua adequação às necessidades dos jornalistas e divulgadores. A biblioteca e os índices. Utilização da Internet como ferramenta para o jornalista: os programas de busca, o WWW, correio eletrônico e sites nacionais e estrangeiros de C&T. O acesso às fontes. Fontes específicas em ciências exatas, tecnologia, ciências biológicas e médicas, etc. Como selecionar a informação. Avaliação da qualidade e a compreensão crítica da informação. Como organizar a informação acessada, noções de publicações eletrônicas. Problemas éticos e profissionais no acesso às fontes. 

  • Metodologia de Ensino

    O curso constará das seguintes atividades:

  • Aulas teórico/práticas utilizando computadores e datashow.
  • Discussões em grupo e apresentação de trabalhos pelos alunos.
  • Uso intenso da Internet para discussões, pesquisas e resultados.

  • Bibliografia Básica

    Há uma lista enorme de bibliografia nesta área, que será disponibilizada no site do curso. Para uma lista dos cursos anteriores, ver:
    http://www.nib.unicamp.br/cursos/fontes-ct/bibliografia.htm
    http://www.nib.unicamp.br/cursos/fontes-ct/livraria/index.html

    Using Science and Technology Information Sources. Ellis Mount and Beatrice Kovacs. Phoenix, AZ: Oryx Press, 1990.
    It Ain't Necessarily So: How the Media Remake Our Picture of Reality. David Murray, et al.
    Que es esa cosa llamada ciencia? Alan F. Chalmers, 3a. ed. 1999, Siglo Veintiuno Argentina Editores
    Ciência e público: caminhos da divulgação científica no Brasil. Org.: L. Massarani, I. de Castro Moreira, F. Brito, 2002, Casa da Ciência- UFRJ
    A revolução científica e as origens da ciência moderna, John Henry, 1998, Jorge Zahar Editor.
    La Ciencia: lo bueno, lo malo y lo falso, Martin Gardner, 1981, Alianza Editorial.
    Science in Public: communication, culture and credibility, Jane Gregory and Steve Miller, 1998, Perseus Publishing
    Voodoo Science: the road from foolishness to fraud, Robert Park, 2000, Oxford.
    As nove idéias mais malucas da ciência, Robert Ehlrich, 2001,Prestígio Ed.
    Imposturas Intelectuais, Alan Sokal e Jean Bricmont, 1999, Record.
    A força do conhecimento, John Ziman, 1981, Ed. Itatiaia.
    O mundo assombrado pelos demônios, Carl Sagan, 2002, Cia. das Letras.
    Why People Believe in Weird Things, Michel Shermer, 2001.

  • Calendário

    O curso é de dois créditos, e estão previstas 1 hora e 30 minutos por semana, segundas-feiras das 14:00 Hs às 15:30 Hs.

  • Critério de Avaliação

    A aprovação no curso está vinculada com a confecção de um texto de divulgação científica e à apresentação de, no mínimo, um seminário (de no máximo 15 minutos) durante o curso. Os temas dos trabalhos serão sobre problemas atuais em ciência e tecnologia, e devem ser discutidos previamente com o professor, que tentará ajudar o máximo possível com a bibliografia necessária e com o enfoque a ser seguido. As datas para apresentação dos seminários serão determinadas na sala de aula, logo no início do curso. Os textos deverão ter um mínimo de duas e um máximo de 10 páginas, e deverão estar organizados como um artigo de divulgação científica, com uma ampla discussão, bibliografia e ilustrações. Estes textos deverão ser entregues ao professor em forma eletrônica uma semana antes do seminário, para que este possa publicá-lo no site do curso para toda a turma, que assim poderá entender melhor o assunto a ser discutido. Após a discussão e aprimoramento do texto, estes serão publicados na sessão “Radar da Ciência” da revista eletrônica ComCiência.
    Os temas dos seminários serão bastante flexíveis, e cada aluno pode sugerir algum tema específico. É fortemente sugerido que os temas dos seminários sejam os mais distantes possíveis da área de formação do aluno, para sentir de fato o papel do divulgador científico, e discutir as dificuldades encontradas no decorrer do trabalho.

    Oficina de Jornalismo Científico I
    Responsável: Marcelo Knobel e Maurício Tuffani

  • Objetivo

    Proporcionar ao aluno um treinamento na redação de matérias de ciência, tecnologia, saúde e meio ambiente para a mídia impressa, complementando o conteúdo da disciplina “Introdução às Técnicas de Reportagem, Entrevista e Redação Jornalística”.

  • Programação das aulas

    17/03 – O contraditório no noticiário de ciência [Teixeira, M. “Pressupostos do jornalismo de ciência no Brasil” in: Massarani, L., págs. 133-141]
    24/03 – O sensacionalismo no noticiário de ciência [idem anterior]
    31/03 – O erro e suas fontes jornalísticas [Noblat, R., Capítulo III]
    07/04 – O erro devido ao uso inadequado da linguagem
    14/04 – Analogias e exemplificações [Vieira, C.L.; Capozoli, U. “A Divulgação e o Pulo do Gato” in Massarani, L., págs. 121-131; Noblat, R., Capítulo IV]
    28/04 – Padronização e estilo [Martins, E.; Folha de S. Paulo]
    05/05 – Exercícios com lides
    12/05 – Correção e discussão de lides
    19/05 – O uso de infográficos. Exercícios de aplicação
    26/05 – Trabalho em sala de aula: infografia. Discussão dos trabalhos
    02/06 – A diagramação. Exercícios de aplicação
    09/06 – Trabalho em sala de aula: diagramação. Discussão dos trabalhos
    16/06 – Trabalho em sala de aula: capa e manchete. Discussão dos trabalhos
    23/06 – Prova

  • Bibliografia Básica

    Editora Abril - Manual de estilo editora abril: como escrever bem para nossas revistas. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1990.
    Folha de S. Paulo - Manual da redação. São Paulo: Publifolha, 2001.
    Martins, Eduardo (org. e edit.) - Manual de redação e estilo de O Estado de S. Paulo.São Paulo: Editora Moderna, 1997.
    Noblat, Ricardo - A Arte de fazer um jornal diário. São Paulo: Editora Contexto, 2002.
    Massarani, Luisa; Moreira, Ildeu de Castro; & Brito, Fátima (orgs.) - Ciência e Público: Caminhos da divulgação científica no Brasil. Rio de Janeiro: Casa da Ciência, 2002.
    Vieira, Cássio Leite - Pequeno manual de divulgação científica: dicas para cientistas e divulgadores de ciência. São Paulo: Coordenadoria de Comunicação Social da USP, 1999.

  • Bibliografia Complementar

    Bueno, Wilson - “O jornalismo em tempo de Xylella”. in: Pesquisa Fapesp, março, 2000, pág. 7.
    Epstein, Isaac - Divulgação científica: 96 Verbetes. Campinas: Pontes Editores, 2002.
    Kneller, George F. - A Ciência como atividade humana. Rio de Janeiro: Zahar Editores; São Paulo: Edusp, 1980.
    Marcondes Filho, Ciro - A Saga dos cães perdidos. São Paulo: Hacker Editores, 2000.
    Lins da Silva, Carlos Eduardo - O Adiantado da Hora: A influência americana sobre o jornalismo brasileiro. São Paulo: Summus Editorial, 1982.
    Nelkin, Doroty - Selling Science: How the press covers science and technology. New York: W. H. Freeman and Company, 1995.
    Nelson, Peter - Dez dicas práticas para reportagens sobre o meio ambiente. Brasília: WWF - Fundo Mundial para a Natureza, 1994.
    Garcia,Luiz (org.) - O Globo: Manual de redação e estilo. São Paulo: Editora Globo, 1998.
    Oxford University Press - Dictionary of Science. Oxford: Oxford University Press, 1999.
    Paulos, John A. - Innumeracy Mathematical Illiteracy and its consequences. New York: Hill and Wang, 1988.
    Urban, Teresa (comp.) - Em outras Palavras: Meio ambiente para jornalistas. Curitiba: Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Paraná, 2002.

    Oficina De Multimeios

    Responsáveis: Adilson Ruiz e Hélio Solha

  • Ementa:

    A disciplina pretende, através da observação crítica e experimental, refletir sobre o processo de criação e confecção de produtos jornalísticos vigentes nos meios de comunicação de massa, observando as particularidades de cada um, com o objetivo de oferecer ao aluno conhecimento para avaliar e desenvolver novos formatos, aplicados ao jornalismo científico, com ênfase na discussão sobre a tradição documentária em divulgação científica.

  • Programa:

    O conteúdo será desenvolvido em
    1. Contextualização:
    Imagem, Ciência e Significação
    História e Linguagem dos Multimeios
    2. Instrumentos de expressão
    Abordagens analíticas da imagem técnica estática: fotografia
    Abordagens analíticas da imagem técnica em movimento: cinema
    Abordagens analíticas da imagem técnica em movimento: vídeo
    Abordagens analíticas da imagem técnica em movimento: televisão
    Abordagens analíticas da imagem técnica digital: os meios eletrônicos

  • Bibliografia

    Arijon, Daniel Grammar of the film language, Silman-James Press, 1991
    Barnouw, Erik Documentary - A history of the non-fiction film, Oxford Univ. Press, 1993.
    Brigard, Emile de Anthropological cinema, Museum of Modern Art, New York,1975.
    Brown, Blain Iluminación en cine y televisión, Escuela de Cine y Video, Gipuzcoa, 1994
    Canevacci, Maximo Antropologia da Comunicação Visual, Brasiliense, São Paulo, 1990.
    Duarte, Fábio Arquitetura e tecnologias da informação. Da Revolução Industrial
    à Revolução Digital, Annablume, Ed, Unicamp., 1999.
    Flusser, Vilém Filosofia da Caixa Preta - Ensaios para uma futura filosofia da fotografia, Hucitec, São Paulo,1985.
    Freund, Gisele La Fotografia como Documentacion Social, Gustavo Gili, Barcelona, 1976.
    Goldberg, Vicki The Power of Photography, - How photography changed our lives,Abbeville Press, New York, 1991.
    Grünnewald, José Lino (org)A idéia do cinema, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro,
    1969.
    Jacobs, Lewis (selec., arrang., introd., )The Documentary Tradition. New York,
    London: W.W. Norton 7 Company, 1979.
    Karel, Reisz & Millar, Gavin A técnica da montagem cinematográfica, Civilização
    Brasileira, Rio de Janeiro, 1978.
    Kossoy, Boris Realidades e ficções na trama fotográfica, Ateliê Editorial, São Paulo,
    1999.
    Machado, Arlindo A Ilusão Especular, Brasiliense, SP, 1984.
    Nichols, Bill Representing reality, Bloomington, Indiana University Press, 1991.

    Oficina de Jornalismo Científico II
    Responsável : Carlos Vogt e Mariluce Moura

  • Ementa:

    A disciplina é constituída por aulas práticas relativas ao desenvolvimento de projetos e produção de revistas de divulgação científica, apoiadas por reflexões conceituais que permitam pensar de forma consistente o lugar de tais revistas no contexto da mídia contemporânea no Brasil. O exame desse lugar parte da constatação de que a mídia hoje concede, sem dúvida, espaço à ciência e tecnologia – inclusive a que se produz no Brasil –, e da compreensão de que, nesta prática, ela reelabora em seus próprios termos as visões e os discursos dominantes das elites culturais, políticas e empresariais brasileiras a respeito de C&T e de seu papel no desenvolvimento e na inserção do país na economia globalizada.

  • Objetivos:

    Familiarizar os alunos do curso com as práticas de planejamento e produção de uma revista de divulgação científica e, ao mesmo tempo, provocar uma reflexão crítica, dinâmica, sobre esse próprio fazer e sobre o contexto mais amplo em que ele se dá, ou seja, o jornalismo científico e a mídia. Articular as experiências práticas com discussões sobre os pontos privilegiados da confluência entre o discurso tecno-científico e o discurso midiático, que podem se revelar fecundas para entender novas relações de poder que envolvem a produção de ciência e tecnologia.

  • Programa

    - O planejamento de uma revista de divulgação científica: o que, como e para quem pretende-se que ela fale?
    - Discussão de pauta: por que e com que objetivos se escolhe, entre muitas possibilidades, os temas de reportagens que terminam aparecendo numa revista?
    - A busca de informações, entre entrevistas, textos e imagens: o que determina a(s) forma(s) jornalística(s) de conduzir essa busca?
    - A elaboração do texto jornalístico: que percepções e idéias se quer transmitir para o leitor?
    - O trabalho de arte numa revista: que funções cumprem as imagens e o desenho de cada página?
    - O fechamento de uma edição: que critérios se seguem, que efeitos se perseguem quando se elaboram títulos, olhos, linhas finas, legendas etc, no processo sempre nervoso de fechamento de uma revista?
    - Feedback: que tipo de informações comprova para os editores de uma revista de divulgação científica que ela entrou no circuito da mídia e é parte constitutiva do discurso que se constrói dia após dia sobre ciência e tecnologia?

  • Bibliografia

    ANTON, Ted; McCOURT, Rick. The New Science Journalists. Ballantine Books, New York, 1995.
    BURKETT, Warren. Jornalismo Científico. Forense Universitária, Rio de Janeiro, 1986.
    NELKIN, Dorothy. Selling Science - How the Press Covers Science and Technology. W.H. Freeman and Company, New York, 1995.
    OLIVEIRA, Fabíola de. Democracia, meio ambiente e jornalismo no Brasil. In: Comunicação e Meio Ambiente. Ada de Freitas M. Dencker e Margarida M.K. Kunsch, organizadoras, Intercom, IMS - Faculdade de Comunicação Social, São Bernardo do Campo, 1996.
    SCHIELE, Bernard (editor). When science becomes culture - World survey of scientific culture. University of Ottawa Press; Éditions Multimondes, Québec, 1994.
    LANDES, D.S. (1969) The unbound Prometeus, Cambridge University Press, Cambridge, 1980.
    LEDERMAN, L.L. (1991) “US. research and development policy and priorties and comparisons with selected countries: Canada, France, Germany, Japan , Sweden, United Kingdom, and United States” In INOSE, H. , KAWASAKI, M. & KODAMA, F. (eds) science and technology policy research “what should be done?” “what can be done”, The Proceedings of the NISTEP International Conference on Science and Technology Policy Research, Mita Press, Tokyo, Japan, 1991.
    MANTOUX, P. (1927) A revolução industrial no século XVIII, Hucitec, São Paulo.
    MOWERY, D. & ROSENBERG, N. (1989) Technology and the pursuit of economic growth. Cambridge University Press, Cambridge, 1989.
    NELSON, R.R. & ROSENBERG, N. (1993), “Technical Innovation and National Systems”, In Nelson, R. R. (ed) National innovation systems - a Comparative Analisys, Oxford University Press, New York, Oxford.
    NOBLE, D. F. (1977) America by design, Alfred A. Knopf, New York.
    OCDE - Technology/Economy Programme (1992a) , Technology and Economy - The Key Relationships, OCDE, Paris.
    OCDE (1992b) Science and technology policy, review and outlook 1991, Paris.
    OTEIZA, E. et alii (1992) La politica de investigación cientifica y tecnologica Argentina. História y perspectivas.
    Perrin, J. Comment naissent les techniques. Paris, Publisud, 1988, 183pp.
    PETRELLA, R. (1987), "Le progrès technique pour quelle société? Les quatre mutations culturelles à réaliser", Futuribles n? 110, pp 43-48, mai 1987.
    PIORE, M. J. e SABLE, C. F. (1984) The Second Industrial Divide, Basic Books, USA, 1984.
    ROSENBERG, N. (1982) Inside the black box - technology and economics. Cambridge University Press.

    Seminários de Ciência & Cultura
    Responsável: Carlos Vogt

  • Ementa:

    Esta disciplina é constituída, como o próprio nome indica, de seminários sobre o tema das relações entre ciência e cultura, entendida esta tanto no sentido estético como no sentido sociológico e antropológico do termo. Serão convidados jornalistas, cientistas, ensaístas, pensadores da cultura, da ciência e da tecnologia e da dinâmica de suas relações com a sociedade, em particular, no processo, bastante característico da atualidade, de transformação do conhecimento em valor econômico.

  • Programa: Temas de Ciência e Cultura

    - O papel da imprensa e da mídia na divulgação da ciência
    - A relevância social do jornalismo científico
    - Ciência, ciência aplicada e tecnologia
    - Há limites para o conhecimento?
    - Ciência e Cultura
    - Linguagem científica, metáforas, ciência e poesia
    - Os caminhos do entendimento público da ciência: divulgação e popularização
    - A produção científica e tecnológica no Brasil
    - O jornalismo e a divulgação científica no Brasil
    - Por que o cientista procura, cada vez mais, fazer-se entender pela sociedade?
    - O jornalista pode, com pertinência, falar de ciência?

  • Bibliografia

    AZEVEDO, Fernando de. A cultura brasileira. 6.ed. Brasília/Rio de Janeiro: Editora
    Unb/Editora UFRJ, 1996.
    BRODY, David Eliot, BRODY, Arnold R.. As sete maiores descobertas científicas
    da história. São Paulo: Cia das Letras, 1999.
    BUENO, Wilson da Costa. O Jornalismo como disciplina científica: a contribuição
    de Otto Groth, São Paulo: ECA-USP, 1972, 32 p.
    A política nacional de informação científica e tecnológica. Comunicação e
    Sociedade, São Paulo, n. 7,Cortez/IMS/CNPq, p.39-44, 1982.
    BURKETT, Warren. Jornalismo científico, Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1990.
    DUPAS, Gilberto. Ética e poder na sociedade da informação. São Paulo: Editora da Unesp, 2000.
    DURANT, J. , BAUER, M. Public understanding of science in Britain: a report of the
    office of science and technologgy, London, 1997.
    DURANT, J. et al., Biotechnology in the public sphere: a european sourcebook, London: Science Museum, 1998.
    ECO, Umberto. Kant e o ornitorrinco. Rio de Janeiro: Record, 1998.
    EPSTEIN, Isaac. Some differences between guiding principles (ethos) of journalists and scientists, texto apresentado à IAMCR Conference, Glasgow,1998. Mimeogr.
    FAYARD, Pierre. La communication scientifique publique : de la vulgarisation à la médiatisation. Lyon: 1988. (Collection “l'Essentiel” Chronique Sociale).
    FIGUERÔA, Silvia, LOPES, Margareth Menezes. A difusão da ciência e da tecnologia
    através da imprensa e dos periódicos especializados (São Paulo 1890 -
    1930)Anais do VI Seminário Nacional de História da C&T, 4-7 junho, Rio de Janeiro, 1997.
    GALLUP. O que o brasileiro pensa da ciência e da tecnologia?: a imagem da ciência e da tecnologia junto à população urbana brasileira (pesquisa realizada pelo Instituto Gallup), Rio de Janeiro, MCT/CNPq/Museu de Astronomia e Ciências Afins, 1987 (relatório).
    GREGORY, J., MILLER, S. Science in public: communication, culture and credibility. New York & London: Plenum, 1998.
    HERNANDO, Manoel Calvo. Manual de periodismo científico Barcelona: Bosch, 1997.
    HOBSBAWN, Eric. Era dos extremos: o breve século XX – (1914-1991). São Paulo:
    Cia. das Letras, 1995
    HORGAN, John. O fim da ciência. São Paulo: Cia. das Letras, 1999.
    IBOPE. Perfil do internauta brasileiro [on line]. 2a pesquisa Cadê/IBOPE, 1997 [cited 10
    March 1998]. Available from Internet
    www.ibope.com.br/cade97/introduc/aciwec10.htm
    IRWIN, A., WYNNE, B. (eds). Miscenderstanding science?. Cambridge University ,Press: 1996.
    KRIEGBAUM, Hillier. A ciência e os meios de comunicação de massa. RJ Ed. Correio da Manhã, 1979.
    KUNSCH, Margarida. Universidade e comunicação na edificação da sociedade, SP: Loyola, 1992.

    História da Ciência & da Tecnologia
    Responsável : Silvia F. de M. Figueroa

  • Ementa:

    A historicidade da ciência e da tecnologia. O Renascimento e a releitura do mundo natural: o convívio e a interação de diferentes tradições filosóficas na longa ruptura com a ciência medieval. A Revolução Científica do século XVII e a gestação da ciência moderna – o papel dos saberes técnicos. Inventários, coleções e cartografia do mundo natural: as viagens dos naturalistas europeus ao redor do mundo (1500-1800). As instituições científicas geradas e geradoras da ciência moderna: historicidade e evolução. A profissionalização da ciência e do cientista no século XIX: a emergência do laboratório como o locus privilegiado das atividades científicas e tecnológicas. De práticos a engenheiros: a institucionalização das engenharias. A “Big science” e a ciência contemporânea: relações com a indústria e com as atividades militares. Ciência e tecnologia na América Latina. Ciência e tecnologia no Brasil.

  • Objetivos:

    - Fornecer visão de conjunto acerca da ciência e da tecnologia, entendidas como um sistema de conhecimentos herdado e constantemente modificado social e historicamente;
    - Despertar a percepção do estudante para a complexa interação entre fatores cognitivos, políticos, sociais e culturais que modela as atividades científicas e tecnológicas, discutindo suas implicações;
    Estimular a reflexão sobre as complexas relações supra-citadas, com ênfase nas especificidades e tendências do desenvolvimento científico e tecnológico latino-americano e brasileiro.

  • Estratégias de trabalho:

    Aulas expositivas, seminários, leituras e debates em sala de aula.

  • Programa

    - Emergência e institucionalização da ciência moderna.
    - Sociologia do conhecimento e sociologia da ciência:
    - A visão clássica da ciência
    - Normas e valores da ciência
    -Estrutura e organização da ciência.
    - Diversidade e conflito nos estudos sociais da ciência e da tecnologia.
    - Estudos sociais da C&T e seu uso em política científica e tecnológica
    - Análise quantitativa da ciência e da tecnologia
    - Análise qualitativa da ciência e da tecnologia.
    A interação entre ciência e tecnologia.
    Ciência e tecnologia como “expertise” e as políticas públicas.

  • Bibliografia

    BEN-DAVID, J. O papel do cientista na sociedade. São Paulo,EDUSP, 1974.
    BUSCH, L. & W. LACY. Science, agriculture and the politics of research.Boulder,
    Colorado, Westview Press, 1983.
    CRANE, D. Invisible colleges. Chicago. The University of ChicagoPress, 1972.
    GAILLARD, Jacques. Scientists in the third world. Lexington, TheUniversity Press of Kentucky, 1991.
    HAGSTROM, W. The scientific community. New York, Basic Books, 1965.
    KUHN, T. S. The structure of scientific revolutions. Chicago, Universityof Chicago Press, 1962.
    PRICE, J. D. de Solla. Little science, big science and beyond. NewYork, Columbia University Press, 1986.
    SCHWARTZMAN, S. Formação da comunidade científica no Brasil. Rio de Janeiro, FINEP,1979.
    STORER, N. W. The Social system of science. Ne w York, Holt, Rinehartand Winston, 1966.
    ZIMAN, J. Conhecimento público. São Paulo, Edusp,1979.
    LAZLO, Pierre. La vulgarisation scientifique. Paris: pp. 40-74, 1993.
    LINS E SILVA, Carlos Eduardo. Agência brasileira de divulgação científica: avaliação da fase experimental, in Memória do IV Congresso Ibero-Americano de Jornalismo Científico, ABJC, São Paulo, 1984, p.245-253.
    MASI, Domenico de. A sociedade pós-industrial. São Paulo: Editora Senac, 1999.
    MCLUHAN, M., FIORE, Q. The medium is the message. New York: Bantam Books, 1967.

    Linguagem: Jornalismo, Ciência e Tecnologia
    Responsável: Eni Pulcinelli Orlandi

  • Ementa:

    O objetivo do curso é compreender como um texto jornalístico-científico produz sentidos. Correlatamente, pela análise discursiva, visamos compreender como esses textos são lidos (interpretados) a partir do modo como estão constituídos.
    A compreensão da produção e do modo de interpretação desses textos supõe que saibamos analisá-los em sua materialidade e em seus mecanismos de funcionamento que resultam do fato de que, para significar, a língua tem de se inscrever na história. Assim, nosso objeto de estudo é o discurso pois é no discurso que se pode observar a relação entre a linguagem e a exterioridade, a historicidade.

  • Programa

    - A noção de discurso e de análise de discurso
    - A questão do sujeito e da autoria na linguagem
    - O funcionamento discursivo na mídia impressa
    - O funcionamento discursivo na mídia eletrônica
    - Discurso, história e ideologia
    - Discurso e texto
    - Dispositivos de interpretação: a do analista e a do produtor/leitor
    - O leitor real, o leitor virtual e a história das leituras
    - A articulação interpretativa entre jornalismo, ciência e tecnologia: o discurso de divulgação científica.
    - Discurso e silêncio: O dito e o não dito, as interdições e seus efeitos

  • Bibliografia

    ORLANDI, Eni P., Interpretação, Petrópolis, Ed. Vozes, 1996.
    ORLANDI, Eni P., As formas do silêncio, Ed. da Unicamp, Campinas, 1992.
    ORLANDI, Eni P., Terra à vista, Cortez/Unicamp, S. Paulo, 1990.
    PÊCHEUX, Michel, “Ler o Arquivo Hoje”, in Gestos de leitura, Ed. da Unicamp, Campinas, 1993.
    PÊCHEUX, Michel, Les Vérités de La Palice, Maspero, 1975. trad. bras.: Semântica e Discurso, Ed. da Unicamp, 1988.
    PÊCHEUX, Michel, “Delimitações, Inversões, Deslocamentos”. Cadernos de Estudos Lingüísticos, no. 19. IEL, Unicamp, 1982.
    PECHEUX, Michel, O discurso: estrutura ou acontecimento, Ed. Pontes, Campinas, 1990.
    PÊCHEUX, Michel, “Análise Automática do Discurso” in Hak, T. e Gadet, F. (orgs.), Por uma Análise Automática do Discurso, Ed. da Unicamp, Campinas 1969, 1990.
    PÊCHEUX, Michel, “La frontière absente”, in Matérialités Discursives, P.U.L., Lille, 1981.

    Oficina de Comunicação Institucional
    Responsável: Graça Caldas

  • Ementa:

    A disciplina propõe discutir as questões relacionadas com a Assessoria Institucional, enfatizando o formato, conteúdo e a divulgação científica presente nos Centros, Laboratórios e Instituições. Também é pensado desenvolver material para pautar a mídia.

  • Programa:

    - Organização de uma Assessoria Comunicacional
    - A Comunicação Institucional e suas interfaces com a sociedade
    - Elaboração de projetos comunicacionais
    - Atendimento à mídia e ao público

  • Bibliografia

    BAHIA, Juarez. Jornal, história e técnica - história da imprensa brasileira. São Paulo, Ática, 1990
    DEMÉTRIO, Darci. Não quebre a cara - introdução à prática do jornalismo, Petrópolis, Vozes, 1990
    FENAJ. Manual de assessoria de imprensa, Brasília, Fenaj, 1985
    FOLHA DE S. PAULO, Manual geral de redação. São Paulo, Folha de S. Paulo, 1995.
    GARCIA, Luiz (org.). O Globo - Manual de redação e estilo, Rio de Janeiro, Ed Globo,s/d.
    LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. São Paulo, Ática, 1985
    LOPES, Boanerges. O que é assessoria de imprensa?, São Paulo, Brasiliense, 1994
    LENTIN, Jean Pierre. Penso, Logo me Engano. Breve História do Besteirol Científico
    (tradução de Marcos Bagno), São Paulo, Ática, 1966
    MARTINS, Eduardo (org.). Manual de redação e estilo - O Estado de S. Paulo, SP Maltese, s/d.
    MEDINA, Cremilda. Notícia, Um produto à venda. São Paulo, Alfa-Omega, 1978
    MELO, José Marques de. A opinião no jornalismo brasileiro. Rio de Janeiro, Vozes, 1985
    ROSSI, Clóvis. O que é jornalismo?, São Paulo, Brasiliense, 1980
    RUSSEL, Bertrand. O impacto da ciência na sociedade. Editores Zahar, Rio de Janeiro, 1976

    Instituições e Políticas de Ciências & Tecnologia
    Responsáveis: Maria Conceição da Costa e Maria Margaret Lopes

  • Ementa:

    A visão clássica das instituições de políticas científicas e sua evolução. O impacto sobre a sociedade da ciência e a política científica. A tradição estrutural-funcionalista mertoniana, a tradição marxista inglesa. Enfoques das políticas científicas e o surgimento da cientometria e os problemas da avaliação da pesquisa, problemas sociais e éticos da ciência e da tecnologia.

  • Programa

    - Emergência e institucionalização da ciência
    - Normas e valores da ciência
    - Estrutura e organização da ciência.
    - Diversidade e conflito nos estudos políticos da ciência e da tecnologia.
    - A interação entre ciência e tecnologia.
    - Ciência e tecnologia como “expertise” e as políticas públicas.

  • Bibliografia

    BEN-DAVID, J. O papel do cientista na sociedade. São Paulo, EDUSP, 1974.
    BUSCH, L. & W. LACY. Science, agriculture and the politics of research. Boulder, Colorado, Westview Press, 1983.
    CRANE, D. Invisible Colleges. Chicago. The University of Chicago Press, 1972.
    GAILLARD, Jacques. Scientists in the third world. Lexington, The University Press of Kentucky, 1991.
    HAGSTROM, W. The scientific community. New York, Basic Books, 1965.
    KUHN, T. S. The structure of scientific revolutions. Chicago, University of Chicago Press, 1962.
    PRICE, J. D. de Solla. Little science, big science and beyond. New York, Columbia University Press, 1986.
    SCHWARTZMAN, S. Formação da comunidade científica no Brasil. Rio de Janeiro, FINEP, 1979.
    STORER, N. W. The social system of science. New York, Holt, Rinehart and Winston, 1966.
    ZIMAN, J. Conhecimento Público. São Paulo, Edusp, 1979.

  • Bibliografia Específica

    HESSEN, Boris. Las raíces socioeconómicas de la mecánica de Newton. La Habana, Cuba, Editorial Academia, 1985, pp. 13-59.
    MERTON, Robert K. “El estímulo puritano a la ciencia”. In R.K. Merton. La sociologia de la ciência 2. Madrid, Alianza Editorial S.A., 1977, cap. 11, pp.309-338.
    MERTON, R. K. “Os imperativos institucionais da Ciência”. In: J.D. Deus (org), A crítica da ciência. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editores, 1979, pp. 37-52.
    MERTON, R. K. “La ciencia y el orden social”. In: R. K. Merton. La sociologia de la ciencia 2. Madrid, Alianza Editorial AS, 1977, cap. 12, pp. 339-354.
    VESSURI, H. M. C. Perspectivas recientes en el estudio social de la ciencia, Interciencia, vol.16, no 2, pp.60-68.
    BUNGE, M. Una caricatura de la ciencia: la novisima sociologia de la ciencia, Interciencia, vol. 16, no 2, pp.69-77.
    IRVINE, J. & B. MARTIN. Es posible valorar la investigabión pura?. Mundo Cientifico, vol.12, no 11, pp.162-195.
    VELHO, L. Como medir a ciência?, Revista Brasileira de Tecnologia, vol. 16, no 1, 1985, pp. 12-30.
    NICOLETTI, L. Participação da comunidade científica na política de C&T, CNPq/DPCT, texto 16, 1985, pp. 12-30.
    COLE, S. L. RUBIN & J.R. COLE. Peer review and the support of science, Scientific American, vol. 237, no 4, Oct 1977, pp. 34-41.
    MAYR, O. The science-technology relationship. In: B. BARNES & D. EDGE. Science in Context, Milton Keynes, The Open University Press, 1982, pp. 155-163.
    PRICE, J. D. de Solla. Ciencia e Tecnologia: distinciones y interrelaciones In B. BARNES (comp), Estudios sobre Sociologia de la Ciencia. Madrid, Alianza Editorial, 1980, pp. 163-177.
    NELKIN, D. “Science, technology and political conflict: analysing the issues”. In D. NELKIN (ed), Controversy. The Politics of Technical Expertise, pp. 9-22.
    PRIMACK, J. & F. VON HIPPEL. “The uses and limitations of science advisors”. In J. PRIMACK & VON HIPPEL (ed), Scientists in the political arena. New York, Basic Books, 1974, pp. 48.

    Trabalho de Conclusão de Curso
    Responsável: Marcelo Knobel

  • Ementa:

    Desenvolvimento do trabalho de conclusão de curso

 

Veja também:

 
 
 
 
 
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