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   Lato sensu - Disciplinas, horários e professores - 2005

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  • Ciência, Tecnologia e Sociedade.
    Responsáveis: Sérgio Queiroz e Maria Beatriz M. Bonacelli

    Ementa:

    Esta disciplina apresenta, por meio de conteúdo histórico/analítico, o contexto em que se processa o desenvolvimento científico, tecnológico e inovativo q desde a Revolução Industrial até os dias de hoje. Discute as relações entre ciência, tecnologia e desenvolvimento econômico e social, tanto nos países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento.

    Programa:

    Tópicos (aulas expositivas mais quatro sessões de seminários)

    Sessão de Abertura (14/3)

    Ciência e tecnologia no mundo atual: uma introdução às questões do curso (21/3)
    (o) The World Bank (1999), Overview e caps. 1 e 2; Hobsbawn (1995), cap. 18
    Ernst e O' Connor (1989), parte 1; Freeman e Perez (1988); Freeman (1975) pp. 19-33;

    A transição ao capitalismo industrial (28/3)
    (o) Mantoux (1987), Introdução e Segunda Parte
    (c) Marx (1983), Caps. 10, 11, 12, 13 e 23; Mantoux (1987), Primeira Parte; Hobsbawn (1971) Caps. 2 e 3; Dobb (1983), Cap. 1 e 7

    Emergência das indústrias baseadas na ciência (04/4)
    (o) Landes (1980) Cap. 5, pp. 351-383; Braverman (1974), Cap. 7; Noble (1979) Caps. 1 a 3
    (c) Mowery e Rosenberg (1989) Cap. 2 e 3

    Ciência, tecnologia, Estado e grandes corporações: a era da Big Science (11/4)
    (o) Freeman (1975) Cap. 1; Bernal (1954) Introdução e Cap. 10.7-10.11
    (c) Mowery e Rosenberg (1989) Caps. 4, 5 e 6; Freeman (1975) Caps. 3 e 4 Ciência, Tecnologia e Inovação: conceitos básicos (18/4)
    (o) OCDE (1992), cap. 1; OCDE – Manual Frascati (1994), cap 2; OCDE - Manual de Oslo (2004) capítulo 3
    (c) Schumpeter (1943), cap. 7; OCDE – Manual de Oslo (1998), Caps. 1 e 2 Sistemas de inovação e competitividade: conceito e situação em países escolhidos (25/4)
    (o) Freeman (1988); Nelson (1993), cap. 16; OCDE (2002)
    (c) Porter (1998); Lederman (1991); Amsdem (1989)
    Sistemas de C,T&I no Brasil (02/5)
    (o) Morel (1979), cap. 2; MCT (2001) introdução e caps. 1 e 6; Brito Cruz e Pacheco (2004)
    (c) Carvalho da Silva, A. (2003); IBGE/FINEP (2002); Salles-Filho, S. L. M. (2002; 2003a; 2003b) Crise mundial, reestruturação produtiva e globalização (09/5)
    (o) Chesnais (1996), caps. 1 e 12; Hobsbawn (1995), cap. 14; Ruigrok e van Tulder (1995), caps. 6 e 7
    (c) Hobsbawn (1995), Introdução; Piore e Sabel (1984), caps. 7 e 8; OCDE (1992), caps. 10 e 11; Sagasti (1995); Porter (1986) Desenvolvimento tecnológico e propriedade intelectual (16/5)
    Carvalho (2003), cap. 2
    (c) WIPO (2001); Chamas, cap. 2 (2001); Motta e Albuquerque (2003)
    Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente (23/5)
    (o) Corazza (1996) Capítulo 1; Foray & Grübler (1996)
    (c) UNEP (2002), cap 1; Freeman, C. (1996); World Commission Environment and Development (1987), Introd., cap.1 e 2.

    Seminários
    Relações universidade-empresa (30/5)
    C&T e trabalho (06/6)
    Globalização da P&D industrial (13/6)
    Financiamento para C&T (20/6)

    Avaliação:

    Trabalho Final (70%) mais seminários e participação em classe (30%).

    Bibliografia:

    Amsden, A. H. (1989) Asia's next giant, Oxford Universty Press.
    Barton, J.; Alexander, D.; Correa, C.; Mashelkar, R.; Samuel G.; Thomas, S. (2002) Integrating intellectual property rights and development policies, Londres, CIPR.
    Bernal (1954) La Ciencia en Nuestro Tiempo , Ed. Nueva Imagen, Mexico.
    Braverman (1974) Trabalho e Capital Monopolista, Zahar, Rio de Janeiro.
    Brito Cruz, C. H. e Pacheco, C. A. (2004) Conhecimento e Inovação: desafios do Brasil no século XXI. Mimeo. http://www.inovacao.unicamp.br/report/inte-pacheco-brito.pdf
    Carvalho, S. M. P. Propriedade intelectual na agricultura. Campinas:DPCT/IG/Unicamp. Tese de doutorado, Universidade Estadual de Campinas, 2003
    Carvalho da Silva, A. (2003) “Alguns problemas do nosso ensino superior”, in Comciência, nº 40, http://www.comciencia.br/reportagens/universidades/15.htm.
    Chamas, C. I. (2001) Proteção e exploração econômica da propriedade intelectual em universidades e instituições de pesquisa, Rio de Janeiro, UFRJ. Tese de doutorado.
    Chesnais, F. (1996) A mundialização do capital, Xamã, São Paulo.
    Corazza, R. I. (1996) A questão ambiental e a direção do processo de inovação tecnológica na indústria de papel e celulose, Dissertação de mestrado, DPCT/IG/Unicamp.
    Dobb, M. (1983) A Evolução do Capitalismo, col. Os Economistas, Abril Cultural, São Paulo.
    Ernst, D. e O'Connor, D. (1989) Technology and Global Competition - the challenge for newly industrialising economies, OECD - Development Centre Studies, Paris.
    Ferraz, J. C. et alii (1996) Made in Brasil, Campus, Rio de Janeiro.
    Foray, D. & Grübler, A. (1996) Technology and the environment: an overview. Technological Forecasting and Social Change, 53 (1), sep. 1996.
    Fransman, m. “What we know about the Japanese innovation system and what we need to know”, in Inose, H. , Kawasaki, M. e Kodama, F. (eds) Science and Technology Policy Research “What should be done?” “What can be done”, The Proceedings of the NISTEP International Conference on Science and Technology Policy Research, Mita Press, Tokyo, Japan.
    Freeman, C. (1975) La teoria economica de la innovación industrial, Penguin Alianza.
    Freeman, C. (1988), “Japan: A New National System of Innovation?”, in Dosi et alii (eds.), Technical Change and Economic Theory, Pinter Publishers, Londres, 1988.
    Freeman, C. e Perez, C. (1988), “Structural crises of adjustment: business cycles and investment behaviour”, in Dosi et alii (eds.), Technical Change and Economic Theory, Pinter Publishers, Londres, 1988.
    Freeman, C. (1996) The greening of technology and models of innovation. Technological Forecasting and Social Change, 53 (1), sep. 1996.
    Hobsbawn, E. (1971) Da Revolução Industrial Inglesa ao Imperialismo, Forense Universitária, Rio de Janeiro.
    Hobsbawn, E. (1995) Era dos Extremos - O breve século XX, 1914-1991. Companhia das Letras, SP
    IBGE/FINEP (2002) Pesquisa Industrial Inovação Tecnológica 2000 (PINTEC), IBGE (MPOG)/FINEP (MCT). Rio de Janeiro, 2002. 19p. (www.ibge.gov.br)
    Katz e Bercovich (1993) “National Systems of Innovation Supporting Technical Advance in Industry: the Case of Argentina”, in Nelson, R. (ed) National Innovation Systems - a Comparative Analisys, Oxford University Press, New York, Oxford.
    Kim, L. (1993) “National Systems of Industrial Innovation: Dynamics of Capability Building in Korea”, in Nelson, R. (ed) National Innovation Systems - a Comparative Analisys, Oxford University Press, New York, Oxford.
    Krugman, P. (1996) “A vingança da tecnologia”, Internacionalismo Pop, Campus, Rio de Janeiro, Publifolha, São Paulo, 1999. Capítulo 12, pp. 183-195.
    Landes, D.S. (1980) The Unbound Prometeus, Cambridge University Press, Cambridge.
    Lederman, L. (1991) “U.S. Research and Development Policy and Priorties and Comparisons with Selected Countries: Canada, France, Germany, Japan , Sweden, United Kingdom, and United States”, in Inose, H. , Kawasaki, M. e Kodama, F. (eds) Science and Technology Policy Research “What should be done?” “What can be done”, The Proceedings of the NISTEP Internat. Conference on Science and Technology Policy Research, Mita Press, Tokyo, Japan.
    Mantoux, P. (1987) A Revolução Industrial no século XVIII, Hucitec, São Paulo.
    Marx, K. (1983), O Capital, col. Os Economistas, Abril Cultural, São Paulo.
    MCT (1995), Ministério da Ciência e Tecnologia, Ciência e Tecnologia no Governo Federal, MCT, Brasília, dezembro 1995.
    MCT (2001) Ciência, Tecnologia e Inovação: desafio para a sociedade brasileira (Livro Verde), Ministério da Ciência e Tecnologia, Brasília, 2001; Web: http://www.mct.gov.br, introdução e caps. 1 e 6.
    Morel, R. L. M. (1979) Ciência e Estado, a política científica no Brasil, T.A. Queiroz, São Paulo.
    Motta e Albuquerque, E. (2003) Patentes e atividades inovativas: uma avaliação preliminar do caso brasileiro. In Viotti, E. B. & MACEDO, M. M. (org.) Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil. Campinas, SP: Editora da Unicamp, p. 329-376.
    Mowery, D. e Rosenberg, N. (1989) Technology and the pursuit of economic growth, Cambridge University Press, Cambridge.
    Mowery, D. e Rosenberg, N. (1993) “The US national innovation system”, in Nelson, R. National Innovation Systems - a comparative analysis, Oxford University Press, Nova York.
    Nelson, R. (ed.) (1993) “A retrospective”, in Nelson, R. National Innovation Systems - a comparative analysis, Oxford University Press, Nova York.
    Nelson, R. e Rosenberg, N. (1993) “Technical innovation and national systems”, in Nelson, R. National Innovation Systems - a comparative analysis, Oxford University Press, Nova York.
    Noble, D. F. (1977) America by Design, Alfred A. Knopf, New York.
    OCDE (1992) Technology/Economy Programme, Technology and Economy - The Key Relationships, OCDE, Paris.
    OCDE (1994) Manual Frascati 1993, OCDE, Paris.
    OCDE (1998), Manual de Oslo. La medición de las actividades científico y técnicas. Principios básicos propuestos para la recopilación e interpretación en interpretación de datos sobre innovación tecnológica, Martinez, E. e Albornoz, M. (eds), Indicadores de ciencia y tecnologia: el estado del arte y perspectivas, Unesco, Programa Cyted, Ed. Nueva Sociedad, Caracas.
    OCDE (2002) Science, technology and industry outlook – highlights, OCDE, Paris, 2002.
    OCDE (1997) Manual de Oslo. Proposta de diretrizes para coleta e interpretação de dados sobre Inovação Tecnológica. OCDE. Tradução: Finep (2004). Cap. 3. Definições básicas. Texto em pdf em www.ige.unicamp.br/geopi (atividades/cursos e disciplinas - Introdução às Relações entre Ciência, Tecnologia e Mercado (CT050C e GT001)).
    Odagiri, H. e Goto, A. (1993) “The japanese system of innovation: past present and future”, in Nelson, R. National Innovation Systems - a comparative analysis, Oxford University Press, Nova York.
    Oteiza, E. et alii (1992) “La politica de investigación cientifica y tecnologica Argentina”, História y perspectivas, 1992.
    Pastore, J. (2002) “Ingredientes das Políticas de emprego. O papel das instituições”, in CASTRO, A.C. (org.) BNDES - Desenvolvimento em Debate - Painéis do Desenvolvimento Brasileiro - II, Mauad, Rio de Janeiro, pp.39-45.
    Piore, M. J. e Sabel, C. F. (1984), The Second Industrial Divide - Possibilities for Prosperity, Basic Books, EUA.
    Porter, M. E. (1986) “Competition in Global Industries: A Conceptual Framework”, in Porter, M. E. Competition in global industries, Harvard Business School Press, Boston.
    Porter, M. (1993) A Vantagem Competitiva das Nações, Ed. Campus, Rio de Janeiro, caps. 3 e 4.
    Porter, M. (1998) “A Vantagem Competitiva das Nações”, in Montgomery, C. & Porter, M. Estratégia – a busca da vantagem competitiva, Ed. Campus, Rio de Janeiro, p. 145-179
    Rosenberg, N. (1982) Inside the Black Box - Technology and economics. Cambridge University Press.
    Ruigrok, W. and van Tulder, R. (1995) The logic of international restructuring, Routledge, London.
    Sagasti, F. R. (1995) “Knowledge and development in a fractured global order”, Futures, 27 (6).
    Salles-Filho, S. L. M. (2002) Política de Ciência e Tecnologia no I PND (1972-1974) e no I PBDCT (1973-74). Revista Brasileira de Inovação, vol. 1, n. 2, jul-dez. 2002, p. 397-419.
    Salles-Filho, S. L. M. (2003a) Política de Ciência e Tecnologia no II PBDCT (1976). Revista Brasileira de Inovação, vol. 2, n. 1, jan.-jun. 2003, p. 179-211.
    Salles-Filho, S. L. M. (2003b) Política de Ciência e Tecnologia no III PBDCT (1980-85). Revista Brasileira de Inovação, vol. 2, n. 2, jul-dez. 2003, p. 407-432.
    Schumpeter, J. A. (1943), Capitalism, Socialism and Democracy, G. Allen & Unwin, Londres, 1976.
    The World Bank (1999) Knowledge for Development - World Development Report 1998/99, Oxford University Press, Oxford and New York.
    UNEP (United Nations of Environment Program) (2002) Global Environment Outlook 3, UNEP, Earthscan Pub. Ltd., London Sterling VA. www.unep.org/geo/geo3/english/pdfs/chap1.pdf
    WIPO (2001) “Intellectual Property Handbook: Policy, law and use”, WIPO publication, # 489 (e), Geneva, 2001, www.wipo.org/about-ip.
    World Commission On Environnement And Development (1987). Our Common Future. Oxford University Press, Oxford and New York. Em português: Comissão Mundial Sobre Meio Ambiente E Desenvolvimento. Nosso futuro comum. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 1988. 430p.


  • Instituições e Políticas de Ciência e Tecnologia: Perspectivas históricas, Novos Agentes Sociais, Nova Dinâmica, Novos Problemas.
    Responsáveis: Dra Maria Conceição da Costa

    Ementa:

    Esta disciplina tem o objetivo de apresentar instituições e atores responsáveis pela C&T no Brasil, situando-as no contexto internacional. Desde as origens das ciências modernas, as instituições foram identificadas como as bases sociais das ciências, como os loci onde os cientistas constrõem suas práticas e se comunicam, onde as ciências se organizam. Considerando sua introdução histórica essa disciplina tem caráter formativo, contribuindo para o conhecimento da área de estudos sociais de C&T, e informativo, familiarizando os alunos com as principais instituições e atores de C&T no Brasil.

    Programa:

    Aula 1 - A Institucionalização das ciências modernas. Mecanismos de controle, reprodução de práticas sociais e delimitação de fronteiras.
    Textos de referência
    Ben-David, J. O Papel do cientista na sociedade. São Paulo: EDUSP, 1974
    Mendelsohn, E. The Social Construction of Scientific Knowledge. In: Mendelsohn, E.; Weingart, P.; Whitley, R. (eds.) The Social Production of Scientific Knowledge. Dordrecht, Holland. Boston, USA. D. Reidel Publ.CO. 1977: 3-26.
    Kohlstedt, S.G. “Institutional History”. Classic Themes. OSIRIS, 2nd series, 1985, 1:17-36.

    Aula 2 - Perspectivas institucionais de análise dos mecanismos de funcionamento e controle do sistema de ciência e tecnologia. O papel do público
    Textos de referência:
    Rupp, J. C. C. The New Science in the Public Sphere in the Premodern Era. Science in Context, 8 3 (1995), pp. 487 507
    Hilgartner, S. “The dominant view of popularization: conceptual problems and political uses.” Soc. Studies of Sciences, 20, 1990: 519-39
    Fehér, M. "Acerca del papel asignado al público por los filósofos de la ciencia". In: Ordoñez, J. y Elena, A. La ciencia y su público: Perspectivas Históricas. Madrid. CSIC. 1990. p. 421 443

    Aula 3 - Os processos institucionais da Ciência Púbica
    Textos de referência
    Turner, F. M. Public Science in Britain, 1880-1919. ISIS, 1980, 71, no. 259, pp. 589-608
    Fox, R. e Weisz, G. Introduction: The institutional basis of French science in the nineteenth century. In: Fox, R. e Weisz, G. (eds.) The organization of science and technology in France 1808-1914. Cambridge University Press, Cambridge, 1980
    Barnes, B., Bloor, D. & Henry, J. Scientific Knowledge A sociological Analysis. Chicago. The University of Chicago Press. 1996. Cap. 6. Drawing Boundaries. pp. 140 168.

    Aula 4 - O poder dos textos e a delimitação de suas fronteiras: Análises de periódicos científicos
    Textos de referência
    Crane D. The gatekeepers of science: some factors affecting the selection of articles for scientific joumals. The American Sociologist. nov. 1967, p. 195-201.
    Giménez Toledo, E. Y R Román, A. Evaluación de Revistas Científicas: análisis comparativo de dos modelos y su aplicación a cinco revistas españolas de biblioteconomía y documentación. Interciencia, aug 2000, vol.25, n.5 pp.234-241.

    Aula 5 - Perspectivas interacionais de análise dos mecanismos de funcionamento e controle do sistema de ciência e tecnologia
    Textos de referência
    Merton, R. K. La Sociologia de la Ciencia 2. Madrid: Alianza Editorial SA, 1977
    Price, D. S. A ciência desde a Babilônia. São Paulo. EDUSP. (trad.) 1976.
    Velho, L. M. S. Estratégias para um sistema de indicadores de C&T no Brasil. Parcerias Estratégicas, MCT,2001,13, pp.109-121.

    Aula 6 - Institucionalização científica na América Latina (séc.XVIII-XIX)
    Textos de referencia:
    Vessuri, H. M .C. Instituciones científicas en la historia de la ciencia en Venezuela. Caracas: Fundo Editorial Acta Científica, 1987, p.7-12
    Figueirôa, S. F. de M. Mundialização da ciência e respostas locais: sobre a institucionalização das ciências naturais no Brasil. Asclepio, Madrid. v.L-2. 1998: 107-123.
    Lopes, M. M. Cooperação científica na América Latina no final do século XIX: os intercâmbios dos museus de ciências naturais, 08/2000, Interciencia, Vol. 25, Fac. 5, 2000, pp.228-233,,.
    QUIPU - Revista Latinoamericana de Historia de las ciencias y la tecnología
    Osiris - Science and Empires , Vol. 15, 2001.

    Aula 7 - Análise de Periódicos Científicos

    Aula 8 - Institucionalização Científica na América Latina (séc. XX)
    Textos de Referência:
    Stefan, Nancy Gênese e Evolução da Ciência Brasileira. Editora Artenova S.A., Rio de Janeiro. RJ
    Quipu

    Aula 9 - Ciência e Tecnologia na América Latina
    Textos de Referência:
    Herrera, Amilcar et alli (1991) Las Nuevas Tecnologias y el Futuro de América Latina. Riesgo y Oportunidad, The United Nations University.
    Herrera, A. (1971) Ciencia y Política en America Latina, Siglo XXI, 8a ed., 1981, México Introdução, Capítulos 1 e 2.

    Aula 10 - Políticas de Desenvolvimento para a América Latina e o Papel da Ciência e Tecnologia. O modelo de substituição de importações, industrialização “restringida” e a relação entre ciência, tecnologia e desenvolvimento. A constituição dos sistemas nacionais de ciência e tecnologia e a utilização do poder do Estado para induzir a modernidade.
    Textos de Referência:
    Cardoso de Mello, J.M. & Novais, Fernando A., 1998, “Capitalismo Tardio e Sociabilidade Moderna” in Schwarcz, Lilia (org.), História da Vida Privada no Brasil, Cia. das Letras, São Paulo.
    Mantega, Guido ( 1984 ) ”Capítulo 1- O Nacional-Desenvolvimentismo” em A Economia Política Brasileira, Ed. Polis, São Paulo.
    Herrera, A. (1971) Ciencia y Política en America Latina, Siglo XXI, 8a ed, 1981, México Introdução, Capítulos 1 e 2.
    Herrera et alli (1991) Las Nuevas Tecnologias y el Futuro de América Latina. Riesgo y Oportunidad, The United Nations University, Cap. 6 - “La capacidad de Investigacion y Desarrollo de America Latina”.

    Aula 11 - Estratégias de Desenvolvimento e Sistemas de Ciência e Tecnologia na América Latina e no Brasil
    Bibliografia de referência:
    Vaccarezza, Leonardo Silvio (2002) “Ciência, Tecnologia e Sociedade: o estado da arte na América Latina” in Ciência, Tecnologia e Sociedade: o desafio da interação, Santos, Lucy et all (org), IAPAR, Londrina, Pr.
    Rodriguez, Octavio( 1981) Teoria do subdesenvolvimento da CEPAL, Ed. Forense Universitária, Rio de Janeiro.
    Sagasti, Francisco R., (1981) Ciencia, Tecnologia y Desarrollo Latinoamericano, Ed. Fondo de Cultura Económica, Mexico

    Aula 12 - Constituição dos Sistemas de C&T no Brasil
    Textos de Referência:
    Morel, Regina (1979) Ciência e Estado: a política científica no Brasil, Ed.TAQ, S.Paulo.
    Sant'anna, Vanya M.(1978) Ciência e Sociedade no Brasil, Ed. Símbolo, São Paulo.
    Morosini, M. (coord.) (1995) Universidade e Política Nacional de Ciência e Tecnologia Pós-1970, Cadernos GEU, Ed. UFRGS.

    Aula 13 - A Crise do Sistema de Ciência e Tecnologia no Brasil.
    Breve histórico da evolução das relações entre ciência e sociedade no Brasil. Os planos e programas de desenvolvimento nas últimas décadas e seu impacto na área de ciência e tecnologia. O quadro atual e as perspectivas para o futuro próximo.
    Textos de Referência:
    Sant'anna, Vanya M.(1978) “Os Problemas da Ciência no Brasil: Uma perspectiva Histórica” em Ciência e Sociedade no Brasil, Ed. Símbolo, São Paulo (pp. 35-94)
    Bastos, Eduardo M. Chaves (1994) “Cap.1 - Industrialização, Ciência e Tecnologia (1950-1979)“, em Ciência, Tecnologia e Indústria no Brasil dos anos oitenta - o colapso das políticas estruturantes, tese de doutoramento, Instituto de Economia, UNICAMP (pp.8-54)

    Aula 14 - O Sistema de C&T no Brasil em um contexto de crise global do Estado
    Textos de Referência:
    Gibbons, M. (1993) Review of Science and Technology in Brazil: a new policy for a global world by Schwartzman et al., mimeo, São Paulo, november 1993.
    Guimarães, Eduardo (1993) “ A Política Científica e tecnológica e as Necessidades do Setor Produtivo” in “ Ciência e Tecnologia no Brasil: uma nova política para um mundo global", mimeo, FVG/MCT/PADCT II/FINEP.
    Schwartzman, S. (1993) “Science and Technology in Brazil: a new policy for a global world”, mimeo, FVG/MCT/PADCT II/FINEP.

    Aula 15 - uma visão abrangente da trajetória da política de C&T (PCT) na América Latina, a partir da interpretação de seus atores
    Dagnino, Renato, Thomas, Hernán e Davyt, Amílcar (1996): El pensamiento en Ciencia, tecnologia y sociedad en América Latina: una interpretación política de sua trayetoria, REDES, V.3, n.7
    Quadros Ruy, Brisssola Sandra, Furtado André e Bernardes Roberto (2000): A Ciência e a Tecnologia no Estado de São Paulo, São Paulo em Perspectiva, vol 14, n.02.
    Erber, Fábio (1999): As implicações do Novo Regime Macroeconômico para os Sistemas Nacionais de Inovação na Argentina e no Brasil, UFRJ, mimeo.

    Aula 16 – Seminários – Final do curso
    Textos de Referência:
    Stefan, Nancy Gênese e Evolução da Ciência Brasileira. Editora Artenova S.A., Rio de Janeiro. RJ
    Quipu


  • Oficina de Multimeios.
    Responsáveis: Prof. Dr. Adilson Ruiz, Fernando Tacca e Paulo Martins


    Ementa:

    A disciplina pretende, através da observação crítica e experimental, refletir sobre o processo de criação e confecção de produtos jornalísticos vigentes nos meios de comunicação de massa, observando as particularidades de cada um, com o objetivo de oferecer ao aluno conhecimento para avaliar e desenvolver novos formatos, aplicados ao jornalismo científico, com ênfase na discussão sobre a tradição documentária em divulgação científica..

    Programa:

    O conteúdo será desenvolvido em três blocos:

    1. Contextualização:
    Imagem, Ciência e Significação
    História e Linguagem dos Multimeios

    2. Instrumentos de expressão
    Abordagens analíticas da imagem técnica estática: fotografia
    Abordagens analíticas da imagem técnica em movimento: cinema
    Abordagens analíticas da imagem técnica em movimento: vídeo
    Abordagens analíticas da imagem técnica em movimento: televisão
    Abordagens analíticas da imagem técnica digital: os meios eletrônicos

    Bibliografia:

    Arijon, Daniel Grammar of the film language, Silman-James Press, 1991
    Barnouw, Erik Documentary - A history of the non-fiction film, Oxford Univ. Press, 1993.
    Brigard, Emile de Anthropological Cinema, Museum of Modern Art, New York,1975.
    Brown, Blain Iluminación en cine y televisión, Escuela de Cine y Video, Gipuzcoa, 1994
    Canevacci, Maximo Antropologia da Comunicação Visual, Brasiliense, São Paulo, 1990.
    Duarte, Fábio Arquitetura e Tecnologias da Informação. Da Revolução Industrial
    à Revolução Digital, Annablume, Ed, Unicamp., 1999.
    Flusser, Vilém Filosofia da Caixa Preta - Ensaios para uma futura filosofia da fotografia, Hucitec, São Paulo,1985.
    Freund, Gisele La Fotografia como Documentacion Social, Gustavo Gili, Barcelona, 1976.
    Goldberg, Vicki The Power of Photography, - How photography changed our lives,
    Abbeville Press, New York, 1991.
    Grünnewald, José Lino (org)A idéia do cinema, Civilização Brasileira, Rio de Janeiro,
    1969.
    Jacobs, Lewis (selec., arrang., introd., )The Documentary Tradition. New York,
    London: W.W. Norton 7 Company, 1979.
    Karel, Reisz & Millar, Gavin A técnica da montagem cinematográfica, Civilização
    Brasileira, Rio de Janeiro, 1978.
    Kossoy, Boris Realidades e ficções na trama fotográfica, Ateliê Editorial, São Paulo,
    1999.
    Machado, Arlindo A Ilusão Especular, Brasiliense, SP, 1984.
    Nichols, Bill Representing Reality, Bloomington, Indiana University Press, 1991.


  • Seminários e Ciência & Cultura.
    Responsáveis: Prof. Dr. Carlos Vogt

    Ementa:

    Essa disciplina é constituída, como o próprio nome indica, de seminários sobre o tema das relações entre ciência e cultura, entendida esta tanto no sentido estético como no sentido sociológico e antropológico do termo. Serão convidados jornalistas, cientistas, ensaístas, pensadores da cultura, da ciência e da tecnologia e da dinâmica de suas relações com a sociedade, em particular, no processo, bastante característico da atualidade, de transformação do conhecimento em valor econômico.

    Programa:

    Temas de Ciência e Cultura

    - O papel da imprensa e da mídia na divulgação da ciência
    - A relevância social do jornalismo científico
    - Ciência, ciência aplicada e tecnologia
    - Há limites para o conhecimento?
    - Ciência e Cultura
    - Linguagem científica, metáforas, ciência e poesia
    - Os caminhos do entendimento público da ciência: divulgação, popularização, alta divulgação
    - A produção científica e tecnológica no Brasil
    - O jornalismo e a divulgação científica no Brasil
    - Por que o cientista procura, cada vez mais, fazer-se entender pela sociedade?
    - O jornalista pode, com pertinência, falar de ciência?

    Bibliografia:

    AZEVEDO, Fernando de. A cultura brasileira. 6.ed. Brasília/Rio de Janeiro: Editora
    Unb/Editora UFRJ, 1996.
    BRODY, David Eliot, BRODY, Arnold R.. As sete maiores descobertas científicas
    da história. São Paulo: Cia das Letras, 1999.
    BUENO, Wilson da Costa. O Jornalismo como disciplina científica: a contribuição
    de Otto Groth, São Paulo: ECA-USP, 1972, 32 p.
    ________. A política nacional de informação científica e tecnológica. Comunicação e
    Sociedade, São Paulo, n. 7,Cortez/IMS/CNPq, p.39-44, 1982.
    BURKETT, Warren. Jornalismo científico, Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1990.
    DUPAS, Gilberto. Ética e poder na sociedade da informação. São Paulo: Editora da
    Unesp, 2000.
    DURANT, J. , BAUER, M. Public understanding of science in Britain: a report of the
    office of science and technologgy, London, 1997.
    DURANT, J. et al., Biotechnology in the public sphere: a european sourcebook, London: Science Museum, 1998.
    ECO, Umberto. Kant e o ornitorrinco. Rio de Janeiro: Record, 1998.
    EPSTEIN, Isaac. Some differences between guiding principles (ethos) of journalists and scientists, texto apresentado à IAMCR Conference, Glasgow,1998. Mimeogr.
    FAYARD, Pierre. La communication scientifique publique : de la vulgarisation à la médiatisation. Lyon: 1988. (Collection “l'Essentiel” Chronique Sociale).
    FIGUERÔA, Silvia, LOPES, Margareth Menezes. “A difusão da ciência e da tecnologia
    através da imprensa e dos periódicos especializados (São Paulo 1890 -
    1930)”. Anais do VI Seminário Nacional de História da C&T, 4-7 junho, Rio de Janeiro, 1997.
    GALLUP. O que o brasileiro pensa da ciência e da tecnologia?: a imagem da ciência e
    da tecnologia junto à população urbana brasileira (pesquisa realizada pelo Instituto Gallup), Rio de Janeiro, MCT/CNPq/Museu de Astronomia e Ciências Afins, 1987 (relatório).
    GREGORY, J., MILLER, S. Science in public: communication, culture and credibility. New York & London: Plenum, 1998.
    HERNANDO, Manoel Calvo. Manual de periodismo científico Barcelona: Bosch, 1997.
    HOBSBAWN, Eric. Era dos extremos: o breve século XX – (1914-1991). São Paulo:
    Cia. das Letras, 1995
    HORGAN, John. O fim da ciência. São Paulo: Cia. das Letras, 1999.
    IBOPE. Perfil do internauta brasileiro [on line]. 2a pesquisa Cadê/IBOPE, 1997 [cited 10
    March 1998]. Available from Internet
    http://www.ibope.com.br/cade97/introduc/aciwec10.htm
    IRWIN, A., WYNNE, B. (eds). Miscenderstanding science?. Cambridge University ,Press: 1996.
    KRIEGBAUM, Hillier. A ciência e os meios de comunicação de massa. RJ Ed. Correio da Manhã, 1979.
    KUNSCH, Margarida. Universidade e comunicação na edificação da sociedade, SP: Loyola, 1992.


  • Oficina de Jornalismo Científico II.
    Responsáveis: Professor Marcelo Leite

    Ementa:

    Análise e avaliação crítica de programas de divulgação científica nos meios eletrônicos. Exercícios práticos para os meios eletrônicos, incluindo a formulação e execução de projeto editorial de um veículo eletrônico (revista, documentário televisivo, ou programa de rádio) dedicado à divulgação científica.

    Programa:

    Textos selecionados de jornalismo e divulgação científica na mídia impressa para leitura, análise e revisão crítica em sala de aula.
    Seleção de pautas de temas científicos da atualidade para produção de matérias jornalísticas.
    Levantamento de informações por meio de entrevistas com cientistas, pesquisadores, especialistas, e técnicos. Pesquisa em periódicos científicos, revistas especializadas, e na internet.

    Bibliografia:

    ANTON, Ted; McCOURT, Rick. The New Science Journalists. Ballantine Books, New York, 1995.
    BURKETT, Warren. Jornalismo Científico. Forense Universitária, Rio de Janeiro, 1986.
    NELKIN, Dorothy. Selling Science - How the Press Covers Science and Technology. W.H. Freeman and Company, New York, 1995.
    OLIVEIRA, Fabíola de. Democracia, Meio Ambiente e Jornalismo no Brasil. In: Comunicação e Meio Ambiente. Ada de Freitas M. Dencker e Margarida M.K. Kunsch, organizadoras, Intercom, IMS - Faculdade de Comunicação Social, São Bernardo do Campo, 1996.
    SCHIELE, Bernard (editor). When Science Becomes Culture - World Survey of Scientific Culture. University of Ottawa Press; Éditions Multimondes, Québec, 1994.
    LANDES, D.S. (1969) The Unbound Prometeus, Cambridge University Press, Cambridge, 1980.
    LEDERMAN, L.L. (1991) “U.S. Research and Development Policy and Priorties and Comparisons with Selected Countries: Canada, France, Germany, Japan , Sweden, United Kingdom, and United States” In INOSE, H. , KAWASAKI, M. & KODAMA, F. (eds) Science and Technology Policy Research “What should be done?” “What can be done”, The Proceedings of the NISTEP International Conference on Science and Technology Policy Research, Mita Press, Tokyo, Japan, 1991.
    MANTOUX, P. (1927) A Revolução Industrial no século XVIII, Hucitec, São Paulo.
    NELSON, R.R. & ROSENBERG, N. (1993), “Technical Innovation and National Systems”, In Nelson, R. R. (ed) National Innovation Systems - a Comparative Analisys, Oxford University Press, New York, Oxford.
    NOBLE, D. F. (1977) America by Design, Alfred A. Knopf, New York.
    OCDE - Technology/Economy Programme (1992a) , Technology and Economy - The Key Relationships, OCDE, Paris.
    OCDE (1992b) Science and Technology Policy, Review and Outlook 1991, Paris.
    OTEIZA, E. et alii (1992) La politica de investigación cientifica y tecnologica Argentina. História y perspectivas.
    ROSENBERG, N. (1982) Inside the Black Box - Technology and economics. Cambridge University Press.


  • Oficina de Comunicação Institucional.
    Responsável: Profª Dra. Graça Caldas

    Período:

    1º semestre de 2006 - Dias e horário: às segundas-feiras, das 14 às 15h30

    Datas:

    Março: 6-13-20-27; Abril: 03-10-17-22; Maio: 08-15-22-29; Junho: 05-12-19

    Ementa:

    Assessoria de Comunicação em organizações de C&T. Políticas de Comunicação Integrada (Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas) + Administração, Recursos Humanos. A construção da imagem e da memória da instituição. Diretrizes e estratégias de ação. Diagnóstico institucional. Processos e gestão do conhecimento em C&T. Políticas Públicas de C&T. Técnicas de Assessoria de Comunicação. Definição e formatação de veículos internos e externos. O uso e a otimização de tecnologias e recursos de comunicação (Media Training, Jornalismo Digital, coletivas, sugestões de pauta, visitas às redações etc). Estruturação de equipe. A rotina de trabalho. Atendimento à demanda. Relacionamento com os cientistas e a mídia: procedimentos. Ética e conflitos entre o exercício do Jornalismo e a prática da Assessoria. Relações de poder (cientistas e jornalistas).

    Objetivos:

    Conceituar e debater o papel da Assessoria de Comunicação em organizações de C&T. Desenvolver Plano de Comunicação para assessorias de universidades e instituições de pesquisa. Compreender as diferenças e semelhanças da lógica da produção em Assessorias de Comunicação e a mídia. Entendimento da diferença entre comunicação empresarial (produto) e informação científica e tecnológica (como fator de bem-estar social, qualidade de vida e geração de riquezas). Gerenciamento da informação em situações de crise. Discutir a oportunidade de divulgação da produção científica e das políticas institucionais. Capacitar o assessor como gestor de comunicação institucional na área de C&T.

    Programa:

    Assessoria de Imprensa x Assessoria de Comunicação Integrada
    Gestão do conhecimento: ferramenta estratégica
    Ciência, mídia e opinião pública
    O mundo do cientista e do jornalista: discursos e práxis
    Gestão de Comunicação: comunicação horizontal e a política de portas abertas
    Diagnóstico Institucional / Planejamento de Comunicação
    Auditoria de imagem na mídia / Qualidade da informação
    Administração de conflitos: a imagem institucional
    Estratégias e técnicas de divulgação
    A notícia científica e o leitor
    A construção do discurso jornalístico na ciência: a mediação possível
    Relações de poder: o jogo de sedução entre a fonte e a imprensa.
    A relação de dependência dos jornalistas da Assessoria de Comunicação.
    A responsabilidade da Comunicação Científica: ações e limites do assessor.
    Ética e Assessoria de Comunicação

    Dinâmica das aulas:

    Aulas expositivas sobre textos teóricos, com a participação de alunos e discussão de modelos práticos de assessorias de comunicação em organizações de C&T. O curso terá leituras programadas para discussão em sala de aula.

    Avaliação:

    A avaliação do curso será feita com base em participação nas aulas, seminários e nos trabalhos solicitados.
    Plano de Comunicação em organização de C&T;
    Os alunos, em dupla: cientista e jornalista, deverão escolher uma instituição de C&T para promover a análise e desenvolver um Plano de Comunicação institucional, tomando como referência os seguintes parâmetros: diagnóstico institucional (breve histórico da instituição, produção científica, imagem, divulgação). O trabalho consiste, ainda, numa análise detalhada sobre o Portal da Internet das instituições selecionadas. O objetivo é verificar, com base em alguns parâmetros discutidos em sala de aula, como a imagem institucional está sendo projetada, falhas e acertos, seguidas de sugestões para a melhoria do Portal.

    Bibliografia Geral:

    ALMEIDA, Cleide Rita Silvério de. O brasão e o logotipo: um estudo das novas universidades na cidade de São Paulo. Vozes, RS, 2001.
    ALMEIDA, Isnard Ribeiro de. Manual de Planejamento Estratégico. Desenvolvimento de um Plano Estratégico com a utilizaçaõ de Planilhas Excel. Atlas, SP, 2003.
    ALMINO, João. O segredo e a informação - ética e política no espaço público. Ed. Brasiliense, SP, 1986.
    BACCEGA, Maria Aparecida (org.). Gestão de Processos Comunicacionais. Ed. Atlas, SP, 2002.
    BARROS Filho, Clóvis de. Ética na Comunicação- da informação ao receptor. Moderna, SP, 1995.
    BUENO, Wilson. Comunicação Empresarial: Teoria e Pesquisa. Ed. Manole, SP, 2003.
    BUENO, Wilson. Assessoria de Imprensa no Brasil: caminhos e descaminhos da relação empresa e imprensa na era do ciberespaço. In Comunicação e Sociedade-Comunicação e Política. Nº 26, 1966. pp: 137:154.
    BUENO, Wilson. A auditoria de imagem na mídia como estratégia de inteligência empresarial. In Comunicação e Sociedade nº 32. pp: 11-28. UMESP, SP, 1999.
    BUENO, Wilson. O jornalismo como disciplina científica: a contribuição de Otto Groth. SP, ECA-USP, 1972.
    BUENO, Wilson. Comunicação Empresarial no Brasil: uma leitura crítica. All Print Editora, SP, 2005.
    CALDAS, Graça. O papel das Assessorias de Comunicação na divulgação da ciência: a experiência da Unicamp. Revista Comunicarte, 21, pp: 67-79, IACT, PUC-Campinas, 1997
    CALDAS, Graça. Jornalistas e Cientistas devem atuar em conjunto. Imprensa e Pantanal. Relato do Laboratório Ambiental de Jornalismo Imprensa e Pantanal. pp: 23-30, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e Fundação Konrad Adenauer, 1997.
    CALDAS, Graça. Política de C&T, mídia e sociedade. Revista Comunicação e Sociedade, nº 30, pp: 185-208, UMESP, SP, 1999.
    CALDAS, Graça. Relacionamento assessor de imprensa/jornalista: somos todos jornalistas, pp: 306-313. In DUARTE, Jorge (org.) “Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a mídia. Teoria e Técnica. Ed. Atlas, 2002.
    CALDAS, Graça: Jornalistas e Cientistas: uma relação de parceria. In DUARTE, Jorge e BARROS, Antônio Teixeira (orgs.). “Comunicação para a Ciência. Ciência para Comunicação. Embrapa Informação Tecnológica, Brasília, DF, 2003.
    CESCA, Cleuza Gertrudes Gimenes. Comunicação dirigida escrita na empresa: teoria e prática. Ed. Summus. (Coleção Novas Buscas em Comunicação N° 49), 1995.
    CNPq. Relatório de Pesquisa. O que o brasileiro pensa da Ciência e da Tecnologia. 1987.
    CHAPARRO, Manuel Carlos. Pragmática do Jornalismo. Buscas práticas para uma teoria da ação jornalística. Ed. Summus (Coleção Novas Buscas em Comunicação N° 44), SP, 1994.
    CHEIDA, Marcel. Concepções sobre o fundamento ético da verdade fatual no jornal e na Assessoria de Imprensa. In Revista Comunicarte nº 18, 1993, pp:107 a 118.
    CHINEM, Rivaldo. Assessoria de Imprensa: como fazer. Ed. Summus, SP, 2003.
    CORELLA, Maria Antonieta Rabeil, RESÉNDIZ, Célia Ruíz Sandoval (orgs). El poder da la comunicación en las organizaciones. Plaza y Valdés Editores/Universidad Iberoamericana, México, 1998.
    CORRADO, Frank M. A força da comunicação. Tradução de Bárbara Theoto Lambert. Markon Boorks, SP, 1994.
    DAVENPORT, Thomas e PRUSAK, Laurence. Conhecimento Empresarial. Campus, RJ e Publifolha, SP, 1999.
    DI FRANCO, Carlos Alberto. Jornalismo, Ética e Qualidade. Ed. Vozes, Petrópolis, RJ, 1995.
    DIAS, Vera. Como virar notícia e não se arrepender no dia seguinte. Ed. Objetiva, Rio de Janeiro, 1994.
    DICKSON, David, KEATING, Bárbara e MASSARANI, Luiza. Guia de Divulgação Científica. SciDev.Net: Brasília, DF: Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social, 2004.
    DINES, Alberto. Imprensa, Desenvolvimento e Cidadania. pp: 38-44. In Estado, mercado e interesse público – a comunicação e os discursos organizacionais. Labjor;Unicamp e Banco do Brasil, Brasília, 1999
    DOTY, Doroty, I. Divulgação Científica, Relações Publicas: Comunicação Empresarial na prática. Cultura Editores Associados, SP, 1999.
    DUARTE, Jorge Antonio Menna. Pesquisa & Imprensa. Orientações para um bom relacionamento. Embrapa-ACS-Série Comunicação, 1, Brasília, 1998.
    EMILIANO, José. Imprensa e Poder- Ligações Perigosas. Ediufba/Hucitec, SP, 1996.
    ERBOLATO, Mário. Deontologia da Comunicação Social. Ed. Vozes, Petrópolis, 1982.
    FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas Profissionais). Manual de Assessoria de Imprensa. 2ª edição, Rio de Janeiro, 1994.
    FERNANDES, Álvaro. Quem não tem problemas de comunicação? Idéia e Ação, SP, 2003.
    FERREIRA, Alípio do Amaral. Comunicação para a Qualidade. Qualitymark, RJ, 2004.
    FRANÇA, Fábio. Públicos. Como identificá-los em uma nova visão estratégica.|Yendis Editora, São Caetano do Sul, SP, 2004.
    FRANCO, Celano Baroncelli Comunicação (0rg). Com a palavra os Editores. M&A Publicações e Eventos. RJ, 1999.
    GARCIA, Maria Tereza. A Arte de se relacionar com a imprensa. Novatec Editora, SP, 2004.
    HENN, Ronaldo. Os fluxos da notícia. Ed. Unisinos, São Leopoldo, RS, 2002..
    KEISER. Manual Interno de Comunicação Social. (Organizado por Carlos Eduardo Jardim - Vice-Presidente de Assuntos Corporativos das Cervejarias Keiser), 1996.
    KOPPLIN, Elisa & Ferraretto, Luiz Artur. Assessoria de Imprensa: teoria e prática. Porto Alegre, Sagra/DC Luzzatto, 1993.
    KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Planejamento de Relações Públicas na comunicação integrada. SP, Editora Summus, 1986.
    KUNSCH, Margarida Maria Krohling. A Comunicação integrada em organizações modernas: avanços e perspectivas no Brasil. Piracicaba, Intercom, 1994.
    KUNSCH, Margarida Maria Krohling. Obtendo resultados com Relações Públicas - Como utilizar adequadamente as Relações Públicas em benefício das organizações e da sociedade em geral. (Org). SP, Ed. Pioneira, 1997.
    KUNCZINK, Michael. Conceitos de Jornalismo: Norte e Sul: Manual de Comunicação. Editora da USP, 1997.
    LARA, Maurício. As Sete Portas da Comunicação Pública. Ed. Gutenberg, Belo Horizonte, 2003.
    LIMA, Gerson Moreira. Releasemania: uma contribuição para o estudo do press-release no Brasil. Ed. Summus, SP, 1985.
    LOPES, Boanerges. O que é Assessoria de Imprensa. O Ed. Brasiliense. SP, 1994.
    LOPES, Boanerges e VIEIRA, Roberto Fonseca. Jornalsimo e Relações Públicas. Ação e Reação. Uma perspectiva conciliatória possível. Mauad, RJ, 2004.
    MAMOU, Yves. A culpa é da imprensa - Ensaios sobre a fabricação da informação. Ed. Marco Zero, Rio, 1992.
    MASSARANI, Luiza; Moreira, Ildeu de Castro e Brito, Fátima (orgs.). Ciência e Público: caminhos da divulgação científica no Brasil. Casa da Ciência. UFRJ, RJ, 2002.
    MEDITISCH, Eduardo. O conhecimento do jornalismo. Ed. da UFSC, Florianópolis, 1992.
    MENEGHETTI, Sylvia Bojunga. Comunicação e Marketing: fazendo a diferença no dia-a-dia de organizações da sociedade civil. Ed. Global, SP, 2001.
    M&A Publicações e Eventos. Com a Palavra, os Editores: relações com as assessorias de imprensa. SP e RJ, 1999.
    MUNDIM, Ana Paula Freitas e RICARDO, Eleonora Jorge. Educação Corporativa. Fundamentos e Práticas. Qualitymark, RJ, 2004.
    MOREIRA, Rosa e Ulhôa, Eliane (coordenação editorial). Assessoria de Imprensa. O Papel do Assessor. Diversos Autores. Fenaj. Brasília, 1996.
    MOTTA, Paulo Roberto. Gestão Contemporânea: a ciência e a arte de ser dirigente. Ed. Record, RJ,SP, 2000.
    NEVES, Roberto de Casto. Imagem Empresarial. Como as organizações [e as pessoas] podem proteger e tirar partido do seu maior patrimônio. Mauad, RJ, 1998.
    NOGUEIRA, Nemércio. Media Training: melhorando as relações da empresa com os jornalistas... Cultura Editores Associados, SP, 1999.
    POYARES, Walter. Imagem Pública: glória para uns, ruína para outros. Ed. Globo, SP, 1998.
    RHODIA, Plano de Comunicação Social. Gerência de Comunicação Social, 1985. 55p.
    RIBEIRO, Jorge Claudio. Sempre alerta - Condições e contradições do trabalho jornalístico. Ed. Brasiliense, Olho d`águaSP, 1994.
    SANTOS, Antônio Raimundo et ali. Gestão do Conhecimento: uma experiência para o sucesso empresarial. Ed. Champagnat, Curitiba, 2001.
    SOBREIRA, Geraldo. Manual da Fonte – Como lidar com os jornalistas. Geração Editorial, SP, 1993.
    SHELL, Manual de Comunicação Social. Sem data.
    SILVEIRA Júnior, Aldery. Planejamento Estratégico como instrumento de mudança organizacional. Ed. UnB, Brasília, 1996.
    SINDICATO dos Jornalistas do Estado de São Paulo. Relações assessorias & redações. 1999.
    SROUR, Robert Henry. Ética Empresarial. Ed. Campus, RJ, 2000.
    TAPARELLI, Alessandra Terrazas et ali. Relações Assessorias & Redações. Sindicato Jornalistas SP, 1999.
    TEIXEIRA FILHO, Jayme. Gerenciando Conhecimento. Como a empresa pode usar a memória organizacional e a inteligência competitiva no desenvolvimento dos negócios. Senac, RJ, 2000.
    TERRA, José Cláudio Cyrineu. Gestão do Conhecimento: o grande desafio empresarial. Negócio Editora, SP, 2000.
    TERRAZAS, Alessandra, Ribeiro, Mara, Filippe, Nadine e Alcântara, Norma (orgs). Relações Assessorias & Redações. Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, 1999.
    TORQUATO, Francisco Gaudêncio do Rego. Cultura, poder, comunicação e imagem: fundamentos da nova empresa. Ed. Pioneira. SP, 1991.
    TORQUATO, Francisco Gaudêncio do Rego. Tatado de Comunicação Organizacional e Política. Pioneira Thomson Learning. SP, 2002.
    TRAVANCAS, Isabel Siqueira. O mundo dos jornalistas. Ed. Summus, SP.1993.
    VIEIRA, Cássio Leite. Pequeno Manual de Divulgação Científica. Dicas para cientistas e divulgadores de ciência. CCS/USP, 1998.
    ZENONE, Luiz Claudio. Marketing da Comunicação. Futura, SP, 2002.


  • Oficina de Jornalismo Científico I.
    Responsável: Prof. Ricardo Zorzeto

    Cronograma:

    1º Encontro – 14 de março
    Apresentação dos alunos e professores;
    Apresentação do plano de aula e avaliação;
    Distribuição de questionários;
    Pedir seleção de exemplos de textos de divulgação científica bons e ruins.
    2º Encontro – 21 de março
    Panorama da divulgação científica no Brasil;
    Discussão sobre textos trazidos;
    Definição do projeto de divulgação científica para meio eletrônico.
    3º Encontro – 28 de março
    Características técnicas, estéticas e éticas do texto jornalístico: clareza, concisão, coesão, coerência, didatismo, ritmo, harmonia e outros;
    Definição de tema e abordagens do projeto de divulgação científica para meio eletrônico
    4º Encontro – 04 de abril
    Características técnicas, estéticas e éticas do texto jornalístico: clareza, concisão, coesão, coerência, didatismo, ritmo, harmonia e outros;
    5º Encontro – 11 de abril
    Especificidades do texto de divulgação científica
    O artigo científico: o que é e como ler
    6º Encontro – 18 de abril
    Estrutura de notícia e reportagem: abertura e desenvolvimento
    7º Encontro – 25 de abril
    Estrutura de notícia e reportagem: contextualização e encerramento
    8º Encontro – 2 de maio
    Diferenças de abordagem de jornais, revistas e agências de notícias;
    E características do público
    9º Encontro – 9 de maio
    Diferenças de abordagem (e de público) de jornais, revistas e agências de notícias;
    10º Encontro – 16 de maio
    Criatividade e autoria
    11º Encontro – 23 de maio
    Da produção à edição: o texto na mesa de cirurgia
    12º Encontro – 30 de maio
    Produção e edição de textos para o projeto de divulgação científica
    13º Encontro – 6 de junho
    Produção e edição de textos para o projeto de divulgação científica;
    14º Encontro – 13 de junho
    Produção e edição de textos para o projeto de divulgação científica;
    15º Encontro – 20 de junho
    Fechamento da 1ª edição do projeto de divulgação científica.

    Avaliação:

    O desempenho do aluno será avaliado com base na produção de textos ao longo do semestre.
    O conceito final será composto por duas partes:
    Soma da pontuação obtida em 4 textos elaborados a partir de discussões em sala de aula – cada texto terá o valor máximo de 15 pontos, somando um total de 60 pontos;
    Reportagem para o projeto editorial, com valor máximo 40 pontos.

    Bibliografia:

    ADAM, G. Stuart – Notes Towards a Definition of Journalism
    http://www.poynter.org/media/product/20030123_141216_24094.pdf
    BLUM, Deborah; KNUDSON, Mary. A Field Guide for Science Writers. National Association for Science Writers.
    KOTSCHO, Ricardo – A Prática da Reportagem. Editora Ática, São Paulo, 1986.
    NELSON, Peter – Dez Dicas Práticas para Reportagens sobre o Meio Ambiente. International Center for Journalist, WWF, 1994.
    NOBLAT, Ricardo – A arte de Fazer Um Jornal Diário. Editora Contexto, São Paulo, 2002.
    MURRAY, David; Schwartz, Joel; Lichter, S. Robert. It Ain't Necessarily So: How the Media Remake Our Picture of Reality. Penguin Books, 2001.
    PERISSÉ, Gabriel – A Arte da Palavra: Como Criar Um Estilo Pessoal de Comunicação Escrita. Editora Manole, 2003.
    SACKS, Oliver – The Best American Science Writing 2003.
    SOBEL, Dava – The Best American Science Writing 2004.
    SQUARISI, Dad; SALVADOR, Arlete – A Arte de Escrever Bem: Um Guia para Jornalistas e Profissionais do Texto. Editora Contexto, São Paulo, 2004.
    Sete passos para uma boa entrevista – textos diversos.

    Sites recomendados:

    Agência FAPESP
    www.agencia.fapesp.br

    Pesquisa FAPESP
    www.revistapesquisa.fapesp.br

    Ciência Hoje
    http://www2.uol.com.br/cienciahoje/

    ComCiência
    http://www.comciencia.br/

    The Economist
    http://www.economist.com/

    Financial Times
    www.ft.com

    Galileu
    http://revistagalileu.globo.com/

    Nature
    www.nature.com

    NewScientist
    www.newscientist.com

    The New York Times
    www.nytimes.com

    Observatório da Imprensa
    www.observatoriodaimprensa.com.br

    Poynter Institute
    www.poynter.org

    Science
    www.sciencemag.org

    Scientific American
    www.sciam.com

    The Wall Street Journal
    www.wsj.com

    The Washington Post
    http://www.washingtonpost.com/


  • Fontes de Informação em Ciência e Tecnologia.
    Responsável: Prof. Dr. Marcelo Knobel

    Objetivo Geral :

    A disciplina tem como objetivo geral ensinar ao futuro divulgador científico todos os elementos relativos às fontes de informação primárias e secundárias disponiveis em Ciência e Tecnologia, como podem ser usadas profissionalmente, como acessá-las, e como organizar as informações assim adquiridas.

    Objetivos Específicos:

    Identificar ferramentas de busca de informação científica através de métodos tradicionais e de novos meios de comunicação, incentivando sua utilização. Discutir os critérios (quantitativos e qualitativos) de seleção das fontes de informação. Apresentar modelos de organização da informação científica (bancos de dados, hipertexto, etc.). Organizar a informação adquirida para referência, localização rápida e utilização. Identificar e discutir os principais problemas éticos e profissionais envolvidos nos acessos às fontes. Discutir problemas gerais relacionados com divulgação científica.

    Ementa:

    Conceito de fontes de informação. Histórico e evolução das publicações científicas e outras fontes de informação. Avaliação das fontes de informação existentes em C&T e sua adequação às necessidades dos jornalistas e divulgadores. A biblioteca e os índices. Utilização da Internet como ferramenta para o jornalista: os programas de busca, o WWW, correio eletrônico e sites nacionais e estrangeiros de C&T. O acesso às fontes. Fontes específicas em ciências exatas, tecnologia, ciências biológicas e médicas, etc. Como selecionar a informação. Avaliação da qualidade e a compreensão crítica da informação. Como organizar a informação acessada, noções de publicações eletrônicas. Problemas éticos e profissionais no acesso às fontes.

    Metodologia de Ensino:

    O curso constará das seguintes atividades:
    Aulas teórico/práticas utilizando computadores e datashow.
    Discussões em grupo e apresentação de trabalhos pelos alunos.
    Uso intenso da Internet para discussões, pesquisas e resultados.

    Programa:

    - Noções elementares sobre ciência e tecnologia.
    - Principais fontes de informação científica para o jornalista.
    - Critérios científicos e jornalísticos de validação da informação.
    - Critérios de seleção das fontes de informação.
    - Fontes "tradicionais" de informação científica: livros, artigos, entrevistas com cientistas, pesquisas de opinião etc.
    - Fontes de informação em novas tecnologias de comunicação.
    - Mecanismos de busca da informação na Internet.
    - Elaboração de bancos de dados relacionais de informação científica.
    - Estudo de casos específicos. Avaliação crítica de alguns exemplos.

    Bibliografia Básica:

    Há uma lista enorme de bibliografia nesta área, que será disponibilizada no site do curso. Para uma lista dos cursos anteriores, ver:
    http://www.nib.unicamp.br/cursos/fontes-ct/bibliografia.htm
    http://www.nib.unicamp.br/cursos/fontes-ct/livraria/index.html

    Using Science and Technology Information Sources. Ellis Mount and Beatrice Kovacs. Phoenix, AZ: Oryx Press, 1990.
    It Ain't Necessarily So: How the Media Remake Our Picture of Reality. David Murray, et al.
    Que es esa cosa llamada ciencia? Alan F. Chalmers, 3a. ed. 1999, Siglo Veintiuno Argentina Editores
    Ciência e Público: Caminhos da Divulgação Científica no Brasil. Org.: L. Massarani, I. de Castro Moreira, F. Brito, 2002, Casa da Ciência- UFRJ
    A Revolução Científica e as Origens da Ciência Moderna, John Henry, 1998, Jorge Zahar Editor.
    La Ciencia: lo bueno, lo malo y lo falso, Martin Gardner, 1981, Alianza Editorial.
    Science in Public: communication, culture and credibility, Jane Gregory and Steve Miller, 1998, Perseus Publishing
    Voodoo Science: the road from foolishness to fraud, Robert Park, 2000, Oxford.
    As nove idéias mais malucas da ciência, Robert Ehlrich, 2001,Prestígio Ed.
    Imposturas Intelectuais, Alan Sokal e Jean Bricmont, 1999, Record.
    A Força do Conhecimento, John Ziman, 1981, Ed. Itatiaia.
    O Mundo Assombrado pelos Demônios, Carl Sagan, 2002, Cia. das Letras.
    Why People Believe in Weird Things: Pseudoscience, superstition and other confusions of our time, Michel Shermer, 2001, Owl Books.
    Desvendando o Arco-Íris: Ciência, ilusão e encantamento, Richard Dawkins, 1998, Cia. das Letras.
    A impostura científica em dez lições, Michel de Pracontal, 2001, Editora da UNESP.
    Ideas para la imaginación impura: 53 reflexiones em su própria sustancia, Jorge Wagensberg, Metatemas 54, Tusquets Editores (Espanha).
    The Borderlands of Science: where sense meets nonsense, Michael Shermer, 2001, Oxford University Press.
    Ciência em Ação: como seguir cientistas e engenheiros sociedade afora, Bruno Latour, 1998, Editora da UNESP.

    Calendário:

    O curso é de dois créditos, e estão previstas 1 hora e 30 minutos por semana, segundas-feiras das 15:45 Hs às 17:15 Hs.

    Critério de Avaliação

    A aprovação no curso está vinculada com a confecção de um texto de divulgação científica durante o curso. Os temas dos trabalhos serão sobre problemas atuais em cieência e tecnologia, e devem ser discutidos previamente com o professor, que tentará ajudar o máximo possível com a bibliografia necessária e com o enfoque a ser seguido. As datas para apresentação dos seminários serão determinadas na sala de aula, logo no início do curso. Os textos deverão ter um mínimo de duas e um máximo de 10 páginas, e deverão estar organizadas como um artigo de divulgação científica, com uma ampla discussão, bibliografia e ilustrações. Estes textos deverão ser entregues ao professor em forma eletrônica uma semana antes do seminário, para que este possa publicá-lo no site do curso para toda a turma, que assim poderá entender melhor o assunto a ser discutido. Após a discussão e aprimoramento do texto, estes serão publicados na sessão “Radar da Ciência” da revista eletrônica ComCiência.
    Os temas dos seminários serão bastante flexíveis, e cada aluno pode sugerir algum tema específico. É fortemente sugerido que os temas dos seminários sejam os mais distantes possíveis da área de formação do aluno, para sentir de fato o papel do divulgador científico, e discutir as dificuldades encontradas no decorrer do trabalho.

    Cronograma Tentativo

    Aula Tema Observação
    14/03/2005
    Aula 1 Apresentação geral do Curso. Como preparar um projeto de pesquisa. Discussão sobre a bolsa mídia-ciência.
    21/03/2005
    Aula 2 Introdução ao curso. Apresentação do professor e dos alunos. Sistemática. Fontes eletrônicas I Internet: Noções básicas, busca de informações. Todos materiais didáticos, bem como a programação do curso estarão disponíveis em
    http://br.groups.yahoo.com/group/cursoJC/
    28/03/2005
    Aula 3 Discussão: Ciência vs. Pseudociência. Exemplos práticos
    04/04/2005
    Aula 4 O que é Ciência? Aula do Professor Convidado Sílvio S. Chibeni
    Texto: O que é Ciência?
    disponível na HomePage
    11/04/2005
    Aula 5 Introdução. O método científico. Aula do Prof. Silvio Chibeni
    18/04/2005
    Aula 6 Ciência vs. Pseudociência, discussão geral sobre diversos aspectos da ciência e tecnologia
    25/04/2005
    Aula 7 Ciência vs. Pseudociência, discussão geral sobre diversos aspectos da ciência e tecnologia
    02/05/2005
    Aula 8 Discussão sobre publicações científicas. Fontes de C&T na Internet. Exemplo: ComCiencia. Aula da Equipe da Revista ComCiência
    09/05/2005
    Aula 9 História da Publicação Científica. Evolução dos Tipos de Fontes em C&T. O processo de publicação em C&T. Visão Geral das fontes.
    16/05/2005
    Aula 10 Publicações Eletrônicas. Noções de Editoração para a WWW. Criação de sites CVS. Cada aluno deverá criar um site utilizando PHP e MySQL.
    23/05/2005
    Aula 11 Fontes de C&T I:
    Ciências Biológicas e Médicas. Fontes de C&T II:
    Ciências Exatas
    30/05/2005
    Aula 12 Fontes de C&T III:
    Ciências Humanas.
    Fontes de C&T IV:
    Tecnologia
    06/06/2005
    Aula 13 Fontes de C&T V:
    Outros/Interdisciplinares Governo, ONGs, etc.
    13/06/2005
    Aula 14 Metodologia de Organização da Informação Programas gratuitos para utilizar: biblioExpress e Refs for Windows.
    20/06/2005
    Aula 15 Fontes de referência impressas. Fontes de referência e bases de dados on-line.
    27/06/2005
    Aula 16 Ética e interesses governamentais. O seu papel na Ciência. Custo de pesquisas. Aplicações bélicas e de segurança.
    Recursos interativos e comunidades virtuais na divulgação científica.
    Recursos multimídia na divulgação científica: áudio, vídeo, animação gráfica, animação interativa, 3D na divulgação científica
    Temas de debate I:
    Jornalistas vs cientistas na divulgação cientifica
    Temas de debate II:
    Problemas éticos e profissionais ligados às fontes de informação
    Temas de debate III: Temas científicos polêmicos: Celulares, transgênicos, uso bélico, etc...


  • Introd. às Téc. de Reportagem, Entrevista e Redação Jornalística.
    Responsável: Prof. Amarildo Carnicel

    Atividades Programadas:

    12/03 – Aula inaugural
    19/03 – Apresentação do programa, do professor e dos alunos. Apresentação do método de trabalho e da sistemática de avaliação.
    26/03 – O jornalista fazendo ciência – Parte I (jornalista Amarildo Carnicel – CMU-Unicamp/PUC-Campinas)
    02/04 – A elaboração da pauta. Trabalhando com as fontes. Exercícios
    09/04 – Exibição de filme (a definir)
    16/04 – Debate sobre a questão ética do jornalista no tratamento com a ciência (jornalista convidado: Marcel Cheida – professor de Ética na PUC-Campinas).
    23/04 – Categorias e gêneros jornalísticos. Texto informativo. Texto interpretativo. Texto opinativo. A contextualização. Texto didático. Box. Entrev. Coletiva. Texto de jornal e de revista. Lead – histórico. Diferentes estruturas e modos de uso. Exercícios
    07/05 – O jornalista fazendo ciência – Parte II (jornalista Amarildo Carnicel – CMU-Unicamp/PUC-Campinas)
    14/05 – O jornalismo econômico no jornal diário (jornalista convidado: Clayton Levy – ex-Gazeta Mercantil e O Estados de S. Paulo e atual coord. da Ass. de Imprensa. da Unicamp)
    21/05 – O uso do nariz-de-cera, do feature. Chamada de capa. Exercícios
    28/05 – A manipulação visual da notícia (jornalista convidado: Nelson Chinalia – ex-editor de fotografia do Correio Popular e professor de Fotojornalismo da PUC-Campinas)
    04/06 – Edição, titulação, olho, linha fina, legenda, texto-legenda. Exercícios
    11/06 – O papel do assessor de imprensa de uma instituição de Ensino e Pesquisa (jornalista convidado: Eustáquio Gomes)
    18/06 – AI – O papel... (parte 2). Apresentação e discussão de vídeos. Exercícios
    25/06 – O futuro do jornal impresso. Segmentação jornalística.

    Bibliografia:

    BAHIA, Juarez. Jornal, História e Técnica - As Técnicas do Jornalismo. São Paulo: Ática, 1990.
    COIMBRA, Oswaldo. O Texto da Reportagem Impressa. São Paulo: Ática, 1993.
    COLLARO, Antonio Celso. Projeto Gráfico - Teoria e Prática da Diagramação. São Paulo: Summus Editorial, 1996.
    DINES, Alberto; Vogt, Carlos; Melo, José Marques de. A Imprensa em Questão. Campinas: Unicamp, 1997.
    DINES, Alberto (org.). 100 Páginas que Fizeram a História. São Paulo: LF&N, 1997.
    ___________. O Papel do Jornal. São Paulo: Summus Editorial, 1986.
    KOTSCHO, Ricardo. A Prática da Reportagem. São Paulo: Ática, 1995.
    LAGE, Nilson. Linguagem Jornalística. São Paulo: Ática, 1997.
    MARCONDES, Ciro. Quem Manipula Quem? Petrópolis: Vozes, 1986.
    MEDINA, Cremilda. Notícia – Um Produto à Venda. São Paulo: Summus Editorial, 1988.
    ___________. Entrevista – O Diálogo Possível. São Paulo: Ática, 1995.
    NOBLAT, Ricardo. A Arte de Fazer um Jornal Diário. São Paulo: Contexto, 2003.
    PENA, Felipe. 1.000 Perguntas – Jornalismo. Rio de Janeiro: Estácio de Sá, 2005
    SILVA, Rafael Souza, Diagramação - O Planejamento Visual Gráfico na Comunicação Impressa. São Paulo: Summus Editorial, 1985.
    VILAS BOAS, Sérgio. O Estilo Magazine: o Texto em Revista. São Paulo: Summus Editorial, 1996.

    Outras Fontes:

    A Revista no Brasil, São Paulo, Editora Abril, 2000.
    Manual de Estilo Editora Abril: como escrever bem para nossas revistas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990.
    Manual de Redação e Estilo.São Paulo: O Estado de S. Paulo, 1997.
    Manual de Redação e Estilo. Rio de Janeiro: O Globo, 1998.
    Manual Nacional de Assessoria de Imprensa, Brasília, Fenaj, 1994.
    Novo Manual da Redação. São Paulo: Folha de S. Paulo, 1998.


  • Trabalho de Conclusão de Curso
    Responsável: Marcelo Knobel

    Ementa:

    Desenvolvimento do trabalho de conclusão de curso


  • História da Ciência & da Tecnologia.
    Responsável: Silvia F. de M. Figueroa

    Ementa:

    A historicidade da ciência e da tecnologia. O Renascimento e a releitura do mundo natural: o convívio e a interação de diferentes tradições filosóficas na longa ruptura com a ciência medieval. A Revolução Científica do século XVII e a gestação da ciência moderna – o papel dos saberes técnicos. Inventários, coleções e cartografia do mundo natural: as viagens dos naturalistas europeus ao redor do mundo (1500-1800). As instituições científicas geradas e geradoras da ciência moderna: historicidade e evolução. A profissionalização da ciência e do cientista no século XIX: a emergência do laboratório como o locus privilegiado das atividades científicas e tecnológicas. De práticos a engenheiros: a institucionalização das engenharias. A “Big science” e a ciência contemporânea: relações com a indústria e com as atividades militares. Ciência e tecnologia na América Latina. Ciência e tecnologia no Brasil.

    Objetivos:

    - Fornecer visão de conjunto acerca da ciência e da tecnologia, entendidas como um sistema de conhecimentos herdado e constantemente modificado social e historicamente;
    - Despertar a percepção do estudante para a complexa interação entre fatores cognitivos, políticos, sociais e culturais que modela as atividades científicas e tecnológicas, discutindo suas implicações;
    - Estimular a reflexão sobre as complexas relações supra-citadas, com ênfase nas especificidades e tendências do desenvolvimento científico e tecnológico latino-americano e brasileiro.

    Estratégias de trabalho:

    Aulas expositivas, seminários, leituras e debates em sala de aula.

    Programa:

    - Emergência e institucionalização da ciência moderna.
    - Sociologia do conhecimento e sociologia da ciência:
    - A visão clássica da ciência
    - Normas e valores da ciência
    -Estrutura e organização da ciência.
    - Diversidade e conflito nos estudos sociais da ciência e da tecnologia.
    - Estudos sociais da C&T e seu uso em política científica e tecnológica
    - Análise quantitativa da ciência e da tecnologia
    - Análise qualitativa da ciência e da tecnologia.
    A interação entre ciência e tecnologia.
    Ciência e tecnologia como “expertise” e as políticas públicas.

    Bibliografia:

    BEN-DAVID, J. O papel do cientista na sociedade. São Paulo,EDUSP, 1974.
    BUSCH, L. & W. LACY. Science, agriculture and the politics of research.Boulder,
    Colorado, Westview Press, 1983.
    CRANE, D. Invisible colleges. Chicago. The University of ChicagoPress, 1972.
    GAILLARD, Jacques. Scientists in the third world. Lexington, TheUniversity Press of Kentucky, 1991.
    HAGSTROM, W. The scientific community. New York, Basic Books, 1965.
    KUHN, T. S. The structure of scientific revolutions. Chicago, Universityof Chicago Press, 1962.
    PRICE, J. D. de Solla. Little science, big science and beyond. NewYork, Columbia University Press, 1986.
    SCHWARTZMAN, S. Formação da comunidade científica no Brasil. Rio de Janeiro, FINEP,1979.
    STORER, N. W. The Social system of science. Ne w York, Holt, Rinehartand Winston, 1966.
    ZIMAN, J. Conhecimento público. São Paulo, Edusp,1979.
    LAZLO, Pierre. La vulgarisation scientifique. Paris: pp. 40-74, 1993.
    LINS E SILVA, Carlos Eduardo. Agência brasileira de divulgação científica: avaliação da fase experimental, in Memória do IV Congresso Ibero-Americano de Jornalismo Científico, ABJC, São Paulo, 1984, p.245-253.
    MASI, Domenico de. A sociedade pós-industrial. São Paulo: Editora Senac, 1999.
    MCLUHAN, M., FIORE, Q. The medium is the message. New York: Bantam Books, 1967.


  • Linguagem: Jornalismo, Ciência e Tecnologia.
    Responsável: Eni Pulcinelli Orlandi

    Ementa:

    O objetivo do curso é compreender como um texto jornalístico-científico produz sentidos. Correlatamente, pela análise discursiva, visamos compreender como esses textos são lidos (interpretados) a partir do modo como estão constituídos.
    A compreensão da produção e do modo de interpretação desses textos supõe que saibamos analisá-los em sua materialidade e em seus mecanismos de funcionamento que resultam do fato de que, para significar, a língua tem de se inscrever na história. Assim, nosso objeto de estudo é o discurso pois é no discurso que se pode observar a relação entre a linguagem e a exterioridade, a historicidade.

    Programa:

    - A noção de discurso e de análise de discurso
    - A questão do sujeito e da autoria na linguagem
    - O funcionamento discursivo na mídia impressa
    - O funcionamento discursivo na mídia eletrônica
    - Discurso, história e ideologia
    - Discurso e texto
    - Dispositivos de interpretação: a do analista e a do produtor/leitor
    - O leitor real, o leitor virtual e a história das leituras
    - A articulação interpretativa entre jornalismo, ciência e tecnologia: o discurso de divulgação científica.
    - Discurso e silêncio: O dito e o não dito, as interdições e seus efeitos

    Bibliografia :

    ORLANDI, Eni P., Interpretação, Petrópolis, Ed. Vozes, 1996.
    ORLANDI, Eni P., As formas do silêncio, Ed. da Unicamp, Campinas, 1992.
    ORLANDI, Eni P., Terra à vista, Cortez/Unicamp, S. Paulo, 1990.
    PÊCHEUX, Michel, “Ler o Arquivo Hoje”, in Gestos de leitura, Ed. da Unicamp, Campinas, 1993.
    PÊCHEUX, Michel, Les Vérités de La Palice, Maspero, 1975. trad. bras.: Semântica e Discurso, Ed. da Unicamp, 1988.
    PÊCHEUX, Michel, “Delimitações, Inversões, Deslocamentos”. Cadernos de Estudos Lingüísticos, no. 19. IEL, Unicamp, 1982.
    PECHEUX, Michel, O discurso: estrutura ou acontecimento, Ed. Pontes, Campinas, 1990.
    PÊCHEUX, Michel, “Análise Automática do Discurso” in Hak, T. e Gadet, F. (orgs.), Por uma Análise Automática do Discurso, Ed. da Unicamp, Campinas 1969, 1990.
    PÊCHEUX, Michel, “La frontière absente”, in Matérialités Discursives, P.U.L., Lille, 1981
    .

 

Veja também:

 
 
 
 
 
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