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   Livros

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Tecla Sapiens: Neurociências para todos

A qualidade do jornalismo de divulgação científica depende de ações de formação e qualificação dos comunicadores. Com esse objetivo, o Departamento de Neurologia da Faculdade de Ciências Médicas e o Labjor, ambos da Unicamp, iniciaram um diálogo em 2005 para oferecer um curso de formação que proporcionasse interâmbio de informações entre jornalistas e cientistas dediferentes áreas. A Neurociência foi o tema escolhido e disso resultou no curso de pós-graduaçãoLatu Sensu em Divulgação Científica e Saúde: Neurociências.
Este livro é um projeto coletivo desenvolvido como proposta de trabalho de conclusão docurso. Nele, o leitor encontrará artigos, ensaios e uma cartilha elaborada pelos alunos, tambémresponsáveis pelo planejamento e por todas as fases de concepção do livro.O livro está dividido em três partes: ComCiência: Cérebro e Mente; Ensaios em DivulgaçãoCientífica: conexões das Neurociências e Neuroconexões: do Alzheimer ao TDAH.

Organizadores: Li Li Min, Carlos Vogt, Vera Regina Toledo Camargo, Graça Caldas, Ana Paula Morales, Rodrigo Cunha, Germana Barata e Giselle Soares.

 

Jogo, celebração, memória e identidade: reconstrução da trajetória de criação, implementação e difusão dos Jogos Indígenas no Brasil (1996-2009)

A obra busca registrar e interpretar a história dos Jogos dos Povos Indígenas, concebidos pelos irmãos Marcos e Carlos Terena e que ganharam repercussão internacional. “O importante não é competir, mas celebrar”, é a máxima que tem regido as celebrações que já atingiram 90 dos 230 povos indígenas.

O projeto envolveu pesquisadores e bolsistas no acompanhamento de dez edições dos Jogos, resgatando fotos, depoimentos e matérias jornalísticas do período, com apoio da Secretaria de Desenvolvimento de Esporte e de Lazer (ME) e do Comitê intertribal – Memória e Ciência Indígena.

Organizadoras: Vera Regina Toledo Camargo, Maria Beatriz Rocha Ferreira e Olga de Moraes von Simson.

 

Multitão - experimentações, limites, disjunções, artes, ciências

I'm Wandering round and round, nowhere to go, começa este livro. E um ponto de interrogação. ?. Interrogação que me faz estranhar, que cisma em saltar aos olhos. Que como um bom ponto de interrogação, duvida, Mas talvez também negue. É com esta interrogação que grita em meus olhos e pensamentos que sigo a ler-ver-ler.

Surge nesse encontro-interrogação a figura do flâneur: perambulando pelas ruas, seguindo ao sabor dos encontros. Flanar "é estar sem fazer nada e achar absolutamente necessário ir até um sítio lôbrego, para deixar de lá ir, levado pela primeira impressão, por um dito que faz sorrir, um perfil que interessa, um par jovem cujo riso de amor causa inveja" nos diz João do Rio.

Nowhere to go. E um ponto de interrogação. ?. Interrogação que continua a me parecer negação ao duvidar deste não ir a lugar algum. E vejo no livro alguns caminhos muito bem traçados e lugares visitados. A escolha explícita pela aproximação com os conceitos da filosofia da diferença, especialmente de Gilles Deleuze.

As parcerias entre pesquisadores e artistas visuais, designers, poetas e músicos na produção de artefatos de divulgação e de pesquisa que se escancara da capa aos artigos. A aposta na relação intrincada entre forma e conteúdo, que favorece a criação de estilos próprios de escrita (e pensamento) e também de possibilidades coletivas usadas pelo grupo de pesquisa Multitão, como as entrequasevistas.

Caminhos traçados e lugares visitados pelos autores mas que fogem (ou escapam) de se colocar como únicos. Adicionados a imagens que funcionam como o dito que sorrir ou o perfil que interessa de João do Rio, nos levando a outros lugares, outros pensamentos, nos fazendo ir e vir por entre os escritos, capítulos, capa e verso.

E isso me faz pensar num convite a ler-flanar. Por entre os textos, imagens, sonoridades escritas, cores, artes, ciências. Como leitores, podemos vaguear por entre esses lugares propostos, sem a necessidade de chegar ou ficar em lugar algum. Sempre nos permitindo duvidar desta não necessidade. E um ponto de in-terrogação. I'm wandering round and round, round, round and round... Nowhere to go.?.

Organizadores: Susana Oliveira Dias, Elenise Cristina Pires de Andrade e Antônio Carlos Rodrigues de Amorim.

   

 Conexões: Deleuze e arte e ciência e acontecimento e...

O III Seminário Conexões: Deleuze e Arte e Ciência e Acontecimento e... realizado na Unicamp em 2011 produziu a coletânea aqui apresentada de textos inquietos. Esta edição do evento está colocada entre "Vida e Fabulação e...", que norteou o II Seminário Conexões, e "Políticas e Resistência e...", que guia o IV. Alain Badiou nos lembra em "Da vida como nome de ser" (2000) o quarto Deleuze insiste na importância de tomar as coisas pelo meio, ali onde está uma certa metamorfose movente que atualiza as extremidades. E nesse entre, Vida e Fabulação - Política e Resistência, o que se vê é muito mais do que uma sequencia, uma ordem simples de temas ou uma linearidade de passado, presente, futuro. o que se vê é um acontecimento que vai além de uma realidade espaço-temporal. há regimes de multiplicidades coexistindo, virtualidades, estados intensivos... No entre está o acontecimento, não uma ordem de causa e efeito entre os temas do evento, mas algo movente que, ao mesmo tempo, produz mobilidade, transformação. Arte e Ciência e Acontecimento e... provoca, desacomoda, desorganiza a ordem e a fixidez do pensamento, descontrói verdades instituídas, começando pelo fato de ter sito realizado como evento. Carrega essa potência da produção de uma "ciência menor" que se agencia com "e Política e Resistência e...", ao se realizar no seio da universidade, que deixou de olhar para muitas produções, seja na arte ou na "ciência", como legítimas. Arte e Ciência e Acontecimento e... se rebela contra esse estável estado de coisas, promovendo um pensamento insubmisso, o ilegítimo da arte e da ciência para um devir outro.

Organizadores: Susana Oliveira Dias, Davina Marques e Antonio Carlos Amorim.

 

Epilepsia à luz do conhecimento

A epilepsia tem colaborado muito para o entendimento das funções cerebrais, e neste livro o leitor perceberá que abre também uma preciosa janela para a compreensão da experiência humana em suas inúmeras dimensões psíquicas e sociológicas com nível de profundidade que só a literatura costuma alcançar.

Dirigido ao público em geral, aborda a epilepsia por diversos ângulos, com o intuito de desmistificar a condição.

Organizadores: Paula Teixeira Fernandes, Li Li Min, Vera Regina Toledo Camargo, Rodrigo Bastos Cunha.

     

Vigilância e visibilidade - Espaço, tecnologia e identificação

Este livro parte de uma inquietação comum a diversos domínios de saber, de práticas sociais, de experiências e experimentações do espaço urbano, de produções midiáticas e artísticas: os parâmetros e limites segundo os quais estávamos habituados a ordenar o ver e o ser visto estão em trânsito. Ampliam-se e modificam-se as margens do visível, os modos de fazer ver, assim como os modos de ser visto. Desde o alto e da amplitude da “visão” dos satélites e tecnologias de geolocalização (GPS, GIS) até a visualização miniaturizada e individualizada das pequenas telas de celulares, palmtops e laptops, passando pelas câmeras de vídeo-vigilância cada vez mais presentes tanto nos espaços públicos quanto privados, ou ainda pelos discretos sensores e tecnologias que monitoram o espaço físico e o informacional, tornando sensíveis processos usualmente esapercebidos e criando o que se convencionou chamar de realidade ou espaço ampliados, assim como formas sutis de vigilância de dados.

Organizadores: Rodrigo Firmino, Fernanda Bruno e Marta Kanashiro.

     

Conexões: Deleuze e Vida e Fabulação e...

Em maio de 2009, os grupos OLHO e DiS, do Programa de Pós-Graduação em Educação da FE/Unicamp, e o Mestrado em Divulgação Científica e Cultural do Labjor/IEL-Unicamp organizaram o I Seminário Conexões: Deleuze e Imagem e Pensamento e..., querendo promover encontros e conjunções de ideias que fizessem proliferar diferenças. Sob o signo da repetição, no mesmo mês de maio, agora em 2010, os mesmos grupos juntaram as mesmas e outras pessoas, as mesmas e outras ideias, em busca de mais diferenças, no II Seminário Conexões: Deleuze e Vida e Fabulação e... E novos encontros, novas conjunções aconteceram. Ideias e pessoas se repetiram, ideias e pessoas proliferaram, feito rizoma. Desta vez, as fabulações trouxeram a literatura, o cinema e outras artes, fazendo pulsar a vida. Gentes. Gentes de dentro, gentes de fora, gentes do dentro e gentes do fora dançaram e brincaram de roda com o pensamento. As brincadeiras de roda do pensamento se materializaram em textos que, presos neste livro, convidam agora os leitores para libertá-los para novas brincadeiras de roda, fazendo repetir o pensamento, para tornar tudo diferente.

Organizadores: Antônio Carlos Amorim, Davina Marques e Susana Oliveira Dias.

Segurança alimentar, população e práticas corporais em aldeias Guarani (Litoral de São Paulo)

Traz a pesquisa realizada em quatro aldeias do povo Guarani com objetivo de conhecer a história e entender a situação alimentar e a qualidade de vida dos moradores. O resultado foi um primeiro passo para conhecer as concepções e a experiência dos Guarani em relação à situação de segurança alimentar e orientar a elaboração de escala para avaliações.

A pesquisa nas aldeias de Ribeirão Silveira, Piaçaguera, Rio Branco e Aldeinha foi orientada pelos princípios da Lei de Segurança Alimentar e pelo respeito à dignidade, vontade e autodeterminação do povo Guarani.

Organizadoras: Ana Maria Segall Corrêa, Maria Beatriz Rocha Ferreira, Marta Maria do Amaral Azevedo e Vera Regina Toledo Camargo.

 

 Tecnologias e Mídias Interativas na Escola (TIME)

O livro reúne informações e reflexões de pesquisadores e educadores participantes do rojeto TIME, desenvolvido em duas escolas da rede pública municipal de Hortolândia, interior de São Paulo. Experiências de uso de softwares para produção de histórias em quadrinhos ou para produção de filmes; criação de uma rádio web na escola; uso de mídias digitais como coadjuvantes na alfabetização e outras práticas são registradas numa perspectiva de formação cidadã para o uso de mídias interativas aliadas ao currículo.

Organizadores: João Vilhete Viegas d'Abreu, Maria de Fátima Garcia, Vera Regina Toledo Camargo, Odair Marques da Silva e Maria Cecília Martins.

Download pelo link: www.nied.unicamp.br/?q=content/download-vilhete-2009

 

 AVC: uma catástrofe que pode ser prevenida e tratada

O AVC ainda ocupa o primeiro lugar de morte e incapacidade física, social e cognitiva em nosso país e para reverter este triste cenário é preciso que as pessoas reconheçam os sinais e busquem medidas para prevenção e tratamento. Assim, este livro traz textos sobo ponto de vista de diferentes áreas, voltados para a conscientização do AVC. E scrito em linguagem prática e atual, com colaboração de especialistas e divulgadores científicos do curso de neurociências do Labjor.

Organizadores: Li Li Min, Paula Teixeira Fernandes, Rodrigo Bastos, Cunha, Susana Oliveira Dias, Vera Regina Toledo Camargo e Carlos Vogt.

   

Comunicação e Esporte - Tendências  

 

A obra está dividida em duas partes: a primeira, Comunicação e Esportes, apresenta seis artigos, cuja proposta é enfatizar a relação do esporte com os meios de comunicação e suas evidências na sociedade moderna. Na segunda parte, intitulada Futebol: a Paixão Nacional, outros quatros artigos trazem relatos de pesquisas realizadas sobre o futebol e como ele se faz presente no imaginário do cidadão brasileiro.

Organizadores: José Carlos Marques, Sérgio Carvalho e Vera Regina Toledo Camargo.

   

 

 Produção e circulação do conhecimento: política, ciência, divulgação

O domínio do saber, que se constrói segundo requisitos constituídos historicamente, está afetado, de um lado, pela ação do Estado (as políticas científicas), e, de outro, pela mídia, na medida em que esta se coloca como mediadora entre o cientista, o estado e a sociedade. É deste embate que esta obra trata, propondo interpretações específicas para todos os que se ocupam de questões de política científica, história da ciência, divulgação de ciência e tecnologia, jornalismo científico e educação.

 

 

 

Prêmio Jovem Cientista - Histórias da Pesquisa no Brasil

A Fundação Roberto Marinho encomendou à equipe do Labjor a produção e edição dos 18 capítulos do livro Prêmio Jovem Cientista - Histórias da Pesquisa no Brasil, publicado com o apoio da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo (Imesp). O lançamento oficial ocorreu em Brasília, em 17 de novembro de 2003, com a presença de grande parte dos premiados.

A narrativa é escrita de forma simples, direta e envolvente, contando a história de vida dos premiados. O texto tem como enfoque principal o papel que o Prêmio teve na vida de cada um, seja no instantâneo da cerimônia de premiação, na expectativa do seu recebimento ou, ainda, no desdobramento que o reconhecimento de sua pesquisa teve para destino profissional e pessoal.

O Prêmio Jovem Cientista, instituído em 1981, é uma iniciativa do Grupo Gerdau, do CNPq, da Fundação Roberto Marinho e da Eletrobrás/Procel.

 

Percepção Pública da Ciência

O objetivo do projeto Percepção Pública da Ciência, que passou a ser desenvolvido durante o ano de 2003 com apoio da Fapesp, é avaliar as atitudes do público diante da produção de ciência e como a sociedade percebe a ciência e a tecnologia. A pesquisa, foi realizada em 2002/2003, por iniciativa da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) e da Rede Ibero-Americana de Indicadores de Ciência e Tecnologia (Ricyt/Cyted), em cidades de quatro países ibero-americanos, para que fosse feita uma análise para entender a imagem que as pessoas têm da Ciência e Tecnologia.

Com o título de Percepção Pública da Ciência, o trabalho foi publicado em novembro de 2003 pela Editora da Unicamp, com apoio da Fapesp. O livro, em português e espanhol, foi organizado por Carlos Vogt, coordenador do Labjor, e por Carmelo Polino, responsável pela área de programas horizontais e projetos do Centro de Estudos sobre Ciência, Desenvolvimento e Educação Superior da Argentina.

Foram entrevistadas 162 pessoas no Brasil (na cidade de Campinas), 300 na Argentina (em Buenos Aires), 150 no Uruguai (em Montevidéu) e 150 na Espanha (em Salamanca e Valladolid). A pesquisa brasileira foi conduzida por integrantes do Labjor. Verificou-se que 72% das pessoas entrevistadas concordam que o desenvolvimento da ciência e da tecnologia é o principal motivo da melhoria da qualidade de vida da sociedade. No entanto, essa imagem positiva não domina o imaginário social, uma vez que 85,9% duvidam que a ciência e a tecnologia possam solucionar todos os problemas.

Os responsáveis pelo levantamento ressaltam que os dados obtidos não podem ser generalizados para a totalidade dos países em que foram feitos. Não foi esse o objetivo da pesquisa, que pretendeu buscar uma "aproximação aos diversos fatores sociais ou culturais (e não só cognitivos) que influem na representação pública da ciência e da tecnologia". O Labjor continua trabalhando com os resultados, mesmo após a publicação do livro.

 

Produção e Circulação do Conhecimento: Estado, Mídia, Sociedade

Apresenta resultados de pesquisas desenvolvidas no projeto Núcleo de Jornalismo Científico - Pronex que se ocupa dos estudos das políticas científicas no Brasil, e da circulação social do conhecimento, com especial atenção para o Jornalismo Científico. Traz uma reflexão sobre as relações entre o Estado, a produção de conhecimento e a mídia.






A Imprensa em Questão

O livro é resultado do seminário A Imprensa em Questão, realizado pelo Labjor. Nele, a imprensa é vista de diferentes lugares filosóficos, epistemológicos, políticos, sociais e profissionais por personalidades com papel fundamental dentro do processo de desenvolvimento da imprensa e da formação de opinião no país.






Seminários de Comunicação Banco do Brasil em parceria com Labjor

 
 
 
 
 
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