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  Projetos
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   Projetos Concluídos

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Por entre ciências, divulgações e comunicações, as configurações políticas de cultura e de público ( 2010 – 2014)

Este projeto propõe-se a examinar como os conceitos de cultura e público têm sido movimentados pelos Estudos de Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS), pelos Estudos Culturais, pelos Estudos Sociais das Ciências, pelos Estudos de Comunicação e Jornalismo e pelos Estudos Pós-Estruturalistas, visando à análise critica de diferentes correntes interpretativas e estabelecendo ampliações do conceito de cultura científica. Além disso, propõe-se a fazer conexões entre os artefatos, dados, resultados e análises produzidos nos projetos de pesquisa e extensão desenvolvidos pelos pesquisadores do Labjor nos últimos dez anos nas áreas de: percepção pública da ciência e tecnologia; ciências, mídias e culturas; relação entre tecnologia e sociedade; tecnologias de informação e comunicação (TICs); artes, ciências e comunicação. Tendo em vista a necessidade, apontada por estudos recentes, de desenvolvimento de novas abordagens metodológicas, interdisciplinares, que tornem mais eficazes as políticas públicas voltadas à democratização dos conhecimentos, produtos e processos de C&T, objetivamos fornecer novos subsídios teóricos para a divulgação e comunicação científicas e políticas de inclusão social, principalmente.

Integrantes: Carlos Vogt (coordenador), Susana Oliveira Dias, Antonio Carlos Rodrigues de Amorim, Vera Regina Toledo Camargo, Marta Mourão Kanashiro, Simone Pallone, Rafael Evangelista, Elenise Pires de Andrade, Carolina Cantarino, Sheyla Macedo, Rodrigo Cunha, Maria das Graças Conde Caldas. Financiador: Fapesp.

 

 

CInAPCe – Education and Social Interaction

Programa de pesquisa e divulgação científica da epilepsia avançado em vários níveis, do básico às aplicações clínicas. Tem potencial de fornecer ao governo e ao público, com instrumentos adequados, as melhores maneiras de lidar com esse problema dentro do contexto brasileiro. Um dos objetivos do projeto é o desenvolvimento de recursos humanos em todos os níveis – graduação, pós-graduação (mestrado e doutorado) e pós-doutorado. Este novo ambiente, composto de três centros de pesquisa no Estado de São Paulo, interligados com comunicação de alta velocidade da rede e equipados com ferramentas poderosas, permitirá atingir as mais ambiciosas metas de pesquisa científica de alto nível. Programas educacionais dirigidos para o público geral e especializado constituem uma parte importante do CInAPCe e a sua interação com a sociedade. O CInAPCe, em esforço conjunto com a ASPE, executor do projeto nacional em epilepsia no Brasil e participante oficial da Campanha Global – Epilepsia fora das Sombras, propõem-se a combater o estigma da epilepsia e melhorar a aceitação social das pessoas com epilepsia em nossa sociedade. Para atingir este objetivo, propõe-se uma série de pesquisas operacionais para definir os fatores relacionados com a epilepsia.

Integrantes: Marcelo Knobel (coordenação), Li Li Min, Marcelo Knobel, Carlos Alberto Vogt, Paula Teixeira Fernandes Boaventura, Vera Regina Toledo Camargo. Financiador: Fapesp.

 

 

Multidão em transe: investigações em divulgação científica e cultural ( 2011 )

Este projeto pretende mobilizar estudantes a pensar as noções de público e de cultura na divulgação científica e cultural, a partir do pensamento/criação conjunto com o grupo de pesquisa multiTÃO: prolifer-artes sub-vertendo ciências e educações e com artefatos culturais (palavras, imagens, sons). Buscaremos envolver os alunos em um jogo de experimentações que potencialize a vontade de proliferação, que passe pelo pensar e criar com a divulgação científica e cultural no contexto dos projetos “Por entre ciências, divulgações e comunicações, as configurações políticas de cultura e de público” e “Escritas, imagens e ciências em ritmos de fabul-ação: o que pode a divulg-ação científica?”. Sua realização justifica-se por haver uma atenção cada vez maior à divulgação científica devido à intensa inserção das ciências e tecnologias nos mais diferentes espaços-tempos da vida contemporânea. À divulgação científica atribui-se a ampliação de possibilidades efetivas de participação pública nas C&T e constituição de uma cultura científica. Neste projeto compartilhamos desta postura e temos investido em investigações e criação de artefatos nessa direção. Entretanto, em nossas pesquisas, identificamos a necessidade de analisar as configurações políticas que os conceitos de cultura e público assumem na divulgação científica.


Integrante: Susana Oliveira Dias (coordenador)

Financiadores: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico e Fundo de Apoio ao Ensino, à Pesquisa e Extensão.

 

 

Fabulografias: Áfricas cartões-postais ( 2010 )

Trata-se de um projeto de extensão e pesquisa comunitária que quer provocar reflexões com o público que se dedica às pesquisas e produções artísticas da cultura afro-brasileira na cidade de Campinas e região, por meio da análise, criação e troca de imagens. O que a África mobiliza? Atravessado por esta questão, o projeto quer gerar pensamentos sobre as imagens, seus modos de circulação, bem como criar um espaço-tempo de experimentação e produção de mensagens fotográficas na forma de cartões-postais versão papel e digital, num blog em oficinas que estimularão e darão subsídios para expressões por imagens. Como as imagens podem potencializar conversas por entre identidades, diferenças, culturas, imagens e conhecimentos? Os postais querem possibilitar fluxos e encontros entre grupos de pesquisa, movimentos sociais e artistas na cidade de Campinas, expandindo-os pela web e proliferando sentidos outros de pertencimento (na diferença) a uma comunidade imaginária, fabulada e inventada pela arte.


Integrantes: Antonio Carlos Rodrigues de Amorim (coordenador), Susana Oliveira Dias, Alik Wunder, Erica Speglich, Fernanda Pestana.

 

 

Construção do conceito de espaço do conhecimento na Ibero-América

Realizado em parceria com a OEI, que pretende expandir os estudos sobre a cultura científica e a democratização do conhecimento em toda ibero-américa. A parceria já resultou na realização, com a participação intensa de professores e alunos do MDCC, do I Foro Iberoamericano de Comunicação e Divulgação Científica, na Unicamp em novembro de 2009. Decorrente desse projeto, em fevereiro de 2010, foi também realizado o Foro de Cultura Ciência & Tecnologia, no Paraguai. A equipe esteve envolvida na organização da Empírika 2012 - Feira Ibero-americana de Ciência, Tecnologia e Inovação. A primeira ocorreu em Salamanca em 2010 e a segunda em Campinas, em novembro de 2012.

Integrantes: Carlos Alberto Vogt (coordenador), Susana Oliveira Dias, Simone Pallone de Figueiredo, Ana Paula Morales, Marcelo Knobel. Financiador: várias fontes, dentre elas a OEI .

 

 

Além do rótulo: comunicação para o consumo consciente de alimentos ( 2011 – 2013 )

Projeto de percepção e divulgação sobre informações relacionadas aos alimentos e rotulagem de alimentos. Desenvolvido conjuntamente entre Embrapa Agroindústria de Alimentos, desenvolvido pela Embrapa Agroindústria de Alimentos, Embrapa Agrobiologia, Embrapa Informação Tecnológica, Labjor/Unicamp e Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Integrantes: Soraya Pereira da Silva (coordenador), Simone Pallone de Figueiredo.

 

 

Arqueologia e a Divulgação Científica: Diálogos e saberes ( 2012 – 2013 )

O objetivo é apresentar o conhecimento ao público amplo das diferentes vertentes e práticas da ciência Arqueológica, de forma a estimular a reflexão, interação e a compreensão desta ciência. Entre os objetivos específicos está apresentar a ciência arqueológica de forma a salvaguardar o patrimônio; apresentar, por meio de suportes midiáticos, a arqueologia pública; divulgar o conhecimento arqueológico por meio de material de Divulgação Científica; construir o conhecimento arqueológico por meio da produção de material para divulgar o conhecimento; abordar os diferentes aspectos da Ciência Arqueológica; construir material para a educação patrimonial sobre bens e sítios arqueológicos no litoral paulista.


Integrantes: Pedro Paulo Funari (coordenador), Vera Regina Toledo Camargo (vice coordenadora), Maria Beatriz Rocha Ferreira, Aline Vieira de Carvalho, Gloria Tega Calippo, Cristiane Delfina. Financiador: Sociedade de Arqueologia Brasileira. Financiador: Sociedade Brasileira de Arqueologia/ Petrobras

 

 

Arte e Ciência: experimentações, limites e disjunções na divulgação científica ( 2011 – 2012 )

Este projeto propõe a organização do III multiTÃO: experimentações, limites, disjunções, artes e ciências... no período de 17, 18 e 19 de outubro de 2011, na Unicamp, com transmissão ao vivo pela internet. E propõe, nele, extrapolar a (com)junção e na proposta arte e ciência, na vontade de desassossegar os pensamentos e caminhos e ideias para a divulgação científica. Estaria essa (com)junção ressoando apenas pelas uniões, consensos, exclusões? Neste evento, apostaremos nas intensidades do e, na ironia desta partícula que junta e separa, que soma e multiplica, que converge e diverge... Experimentações limites, entre arte, ciência, vida e tempo, que extenuam o possível e abrem fendas. Frestas por movimentos, traições, hackerismos que se efetuam entre arte e ciência e que esgotam a política representacional que atravessa imagens, palavras e sons, muito presentes na divulgação científica, a subtrair-lhes seus poderes. Investiremos neste evento na criação, inspirados no filósofo Gilles Deleuze, de encontros entre pesquisadores e artistas que nos possibilitem potentes pensamentos entre artes e ciências como disjunções inclusivas. Sua realização justifica-se por haver uma atenção cada vez maior à divulgação científica devido à intensa inserção das ciências e tecnologias (C&T) nos mais diferentes espaços-tempos da vida contemporânea. As junções entre arte e ciência aparecem como aliadas na ampliação de possibilidades de efetividade da participação pública, da educação e da comunicação científicas. Várias são as iniciativas espalhadas, nacional e internacionalmente, bem como existem muitos artistas cujas obras se inventam na conexão e proliferação com as ciências. Compartilhamos desta postura e temos investido em projetos anteriores em criações de artefatos (vídeos, instalações, peças teatrais, blogs, jogos, ciclos de documentários etc.) e em pensamentos nessa direção.


Integrantes: Susana Oliveira Dias, Antonio Carlos Rodrigues de Amorim, Elenise Pires de Andrade, Fernanda Pestana, Sheyla Macedo, Renato Salgado de Melo Oliveira, Luana Aparecida Pereira Lopes, Eduardo Pellejero, Tainá de Luccas Mascarenhas, Aline Gastardeli Tavares Câmara. Financiador: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

 

 

Escritas, imagens e ciências em ritmos de fabul-ação: o que pode a divulg-ação científica? (2010 – 2012 )

Pulsa neste projeto de pesquisa o desejo de investigar: o que podem as imagens, textos, sons da divulgação científica? O que pode a divulgação científica, especialmente quando as imagens e textos não se restringem a explicar as coisas? Mobilizada por essas questões, esta equipe de pesquisadores propõe investigar um conjunto de imagens e escritos veiculados nos mais diversos espaços-tempos de divulgação científica. Desviando, entretanto, das questões: o que essa imagem-escrita-som quer dizer, qual representa o conceito corretamente, qual deve ser utilizada em divulgação em ciências. Buscas de outros fluxos e movimentos produtores e ressonadores de outros mundos outras ciências, outras escritas, outras imagens. Possibilidades geradas pelos estudos que o grupo tem feito de filósofos pós-estruturalistas e que encontra um campo muito potente nos conceitos de acontecimento de Gilles Deleuze (2003) e de fabulação de Gilles Deleuze (2005) e Michel Foucault (2006). Como nos mostram pesquisas no campo da percepção pública, a maior parte das pessoas retratam as ciências como boas, más ou neutras, ou ainda, ambíguas (VOGT et al, 2005), por isso a aposta em pensar na fabulação como forma de experimentar possibilidades das pessoas saírem do jogo das imagens representacionais, fixadoras de conhecimentos e pensamentos. Desejamos estender nossas pesquisas para pensar a fabulação pelas imagens e escritas com outros autores como Bruno Latour e Isabele Stengers, e investir numa pesquisa que acontece, também, pelo estudo e análise de obras artísticas, bem como experimentação na criação de imagens e textos numa articulação entre artistas e o público em oficinas e na criação de artefatos culturais.


Integrantes: Carlos Vogt (coordenador), Susana Oliveira Dias, Antonio Carlos Rodrigues de Amorim, Alik Wunder, Erica Speglich, Elenise Pires de Andrade, Carolina Cantarino, Fernanda Pestana, Sheyla Macedo, Renato Salgado de Melo Oliveira, Ana Paula Camelo, Vivian Maria Redi Pontin.


Percepção pública da saúde ( 2010 – 2012 )

O trabalho de pesquisa teve o objetivo de reunir informações acerca da percepção pública da saúde no Estado de São Paulo, a fim de obter subsídios para a elaboração de políticas públicas voltadas para o Sistema Único de Saúde (SUS). Os dados foram obtidos por meio de um survey realizado em todo o Estado de São Paulo, com um questionário com perguntas fechadas e semi-fechadas aplicado em uma amostra estratificada, por sexo e classe econômica, de aproximadamente 1500 pessoas. A base metodológica do survey segue os trabalhos já realizados há cerca de uma década pelo Lajor/Unicamp, juntamente com outras instituições da Iberoamérica, em percepção pública da ciência e da tecnologia (na qual o tema saúde está inserido). Os resultados deste trabalho possibilitarão ainda a formulação de estratégias de comunicação e de divulgação científica da saúde que, além de promoverem uma maior difusão do conhecimento sobre o tema junto à população, fortaleçam o sistema de gestão na área.


Integrantes: Carlos Alberto Vogt (coordenador), Simone Pallone de Figueiredo, Sabine Righetti, Ana Paula Morales, Rodrigo Cunha, Samuel Antenor, Cristiane Gonçalves de Pinho. Financiador: Fapesp.

 

 

Fabular, meu caro Watson: investigações em divulgação científica e cultural ( 2010 – 2011)

O que podem as imagens, textos, sons da divulgação científica? O que pode a divulgação científica, especialmente quando as imagens e textos não se restringem a explicar as coisas? Que proliferações acontecem quando pensamos que palavras, imagens e sons não são apenas meios de comunicação, mas personagens da divulgação científica? Esta proposta pretende mobilizar as estudantes que participam do Programa Ciência & Arte nas Férias 2011 da Unicamp a pensar nessas questões, junto com os pesquisadores que participam do grupo de pesquisa multiTÃO e que desenvolvem um projeto maior financiado pelo CNPq: “Escritas, imagens e ciências em ritmos de fabul-ação: o que pode a divulg-ação científica?”. As atividades propostas investem na fabulação como forma de experimentar possibilidades de as pessoas saírem do jogo das palavras, imagens e sons representacionais, fixadoras de conhecimentos e pensamentos que predominam na divulgação científica/cultural. Convidaremos os alunos a um percurso de atividades que envolvem pensar e criar com imagens, sons, palavras no encontro com obras artísticas e outros artefatos culturais, articulando-os em experimentações inventadas pelo Labjor com as biotecnologias, focalizando, em especial, os temas clonagem, células-tronco, transgênicos e reprodução assistida. Este projeto justifica-se na medida em que os jovens têm cada vez mais acesso às imagens e sons, e às tecnologias que permitem sua criação e difusão (internet, celular, câmeras etc), mas pouco refletem sobre seus modos de produção de sentidos e subjetividades na sociedade contemporânea, bem como é possível resistir às lógicas que predominam nas imagens que circulam nas mídias.


Integrantes: Susana Oliveira Dias, Fernanda Pestana, Sheyla Macedo, Thiago La Torre, Renato Salgado de Melo Oliveira, Ana Paula Camelo, Luana Aparecida Pereira Lopes.

 

 

Por entre ciências, divulgações e comunicações, as configurações políticas de cultura e de público ( 2010 – 2011 )

Com a inserção cada vez maior das ciências e tecnologias nos mais diferentes espaços-tempos da vida contemporânea ganham intensidade e centralidade as discussões sobre a cultura e o público. Visto que em diversos campos de atuação, divulgação e pesquisa, a produção científica e tecnológica foi sendo atravessada, das mais diversas maneiras, por questionamentos referentes ao lugar da cultura e o papel do público. Compartilhamos da postura de que à divulgação e comunicação científicas são atribuídos os papéis de propiciar o acesso e constituição de uma cultura científica e uma efetiva participação pública. No entanto, as configurações que a cultura e o público assumem indicam potencialidades, limitações e problemas que precisam ser mais explorados e aprofundados. Este projeto propõe-se a examinar como os conceitos de cultura e público têm sido movimentados pelos Estudos de Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS), pelos Estudos Culturais, pelos Estudos Sociais das Ciências, pelos Estudos de Comunicação e Jornalismo e pelos Estudos Pós-Estruturalistas, visando analisar criticamente essas diferentes correntes interpretativas e estabelecer ampliações do conceito de cultura científica. Além disso, propõe-se a fazer conexões entre os artefatos, dados, resultados e análises produzidos nos projetos de pesquisa e extensão desenvolvidos pelos pesquisadores do Labjor nos últimos dez anos nas áreas de: percepção pública da ciência e tecnologia; ciências, mídias e culturas; relação entre tecnologia e sociedade; tecnologias de informação e comunicação (TICs); artes, ciências e comunicação. Tendo em vista a necessidade, apontada por estudos recentes, de desenvolvimento de novas abordagens metodológicas, interdisciplinares, que tornem mais eficazes as políticas públicas voltadas à democratização dos conhecimentos, produtos e processos de C&T, objetivamos fornecer novos subsídios teóricos para a divulgação e comunicação científicas e políticas de inclusão social, principalmente no que se refere às ampliações do conceito de cultura e público.


Integrantes: Carlos Alberto Vogt (coordenador), Marta Mourao Kanashiro, Germana Fernades Barata, Rafael de Almeida Evangelista, Vera Regina Toledo Camargo, Susana Oliveira Dias, Cristina Caldas, Rodrigo Cunha, Marcelo Knobel, Carolina Cantarino Rodrigues, Maria Teresa Citeli, Antônio Carlos R. Amorim, Alessandro Luís Piolli, Elenise Cristina Pires de Andrade. Financiador: Financiadora de Estudos e Projetos/ Fapesp.

 

 

Jogo, celebração, memória e identidade: reconstrução da trajetória de criação, implementação e difusão dos Jogos Indígenas no Brasil (1996-2009). (2009 – 2011)

Este é um projeto interdisciplinar buscando relacionar o campo da memória com o do esporte e o da divulgação científica via acervos audiovisuais. As próprias trajetórias das três coordenadoras do projeto indicam a possibilidade de uma pesquisa qualitativa integrando textos de diferentes origens e linguagens (textuais, orais, visuais e hipermídia), na reconstrução da criação e implementação dos jogos indígenas no Brasil. O objetivo do trabalho é o de contribuir desde o início do projeto com as lideranças indígenas na produção da pesquisa com o intuito de elaborar um conteúdo científico sobre os jogos que possa alimentar os órgãos responsáveis pela criação dos mesmos. Esse é um projeto essencialmente documental com o objetivo de organizar a informação e documentação localizada em diferentes acervos no país, tais como: veículos de comunicação (radio, televisão, jornal, revista e internet), bancos de dados e imagens de acervos do Ministério do Esporte, e do próprio Comitê Intertribal Memória e Ciência Indígena (organizador dos jogos) e demais órgãos de governo e não governamental que possam ter material de pesquisa.

Integrantes: Vera Regina Toledo Camargo, Manuel Hernandez Vazquez, Maria Beatriz Rocha Ferreira, Olga de Moraes von Simson, Deoclecio Rocco Gruppi, Melissa Monge, Maria da Gloria Porto Kok, Claudeni Fabiana Alves Pereira, Marxmino Feliz Duarte, Marina Gomes, Roberta Tojal.

Financiadores: Secretária da Cultura/Ministério da Cultura

 

 

Rádio desconecta ( 2011)

Trata-se de um projeto de pesquisa e criação radiofônica onde experimentaremos, na produção de programas de rádio, as apostas do grupo de pesquisa multiTÃO: prolifer-artes subvertendo ciências e educações (CNPq), expandindo o conceito de divulgação científica para além de uma lógica pedagógica de explicação, esclarecimento e ensinamento. Investiremos em encontros com a filosofia e com a arte na busca por possibilidades e impossibilidades de pensar e problematizar a linguagem e os signos (imagens, sons e palavras) que convocam e provocam conexões entre ciências, públicos e culturas. Nesse sentido, os programas objetivarão, na relação com o público, não estabilizar o pensamento pela produção e circulação de respostas e soluções prontas para os temas abordados (ainda que tais respostas e soluções sejam formuladas segundo opiniões de especialistas da área). Essa escolha é importante, pois apostamos no público também como parte modificadora da própria comunicação, já que o que está em jogo não é o convencer o público, mas promover novas formas de pensar e provocar desestabilizações nas significações já dadas no que diz respeito às ciências. A primeira série de programas Trangênicos esta sendo desenvolvida numa parceria entre a Embrapa Meio Ambiente, por meio do projeto LAC-Biosafety, e o grupo de pesquisa multiTÃO, do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade (Nudecri), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Integrantes: Susana Oliveira Dias, Carolina Cantarino, Sheyla Macedo, Renato Salgado de Melo Oliveira, João Arruda. Financiador: Fundação Arthur Bernardes.

 

 

Nova Missão de Pesquisas Folclóricas

Este projeto foi estruturado sobre a missão organizada por Mário de Andrade, em 1938, para a coleta e registro, no Norte e Nordeste, de manifestações culturais, que acabaram por constituir elementos-chave no descobrimento artístico do país, em particular, de sua música.
Na primeira fase do projeto, os cineastas Luiz Adriano Daminello e Jorge Palmari, pesquisadores associados do Labjor, refizeram, 60 anos depois, o roteiro da viagem da missão de Mário de Andrade e registraram, em equipamentos de imagem e som, as danças e músicas de diversos grupos folclóricos de sete estados do Brasil. Fruto desse trabalho é o vídeo já exibido pela TV Cultura, que atesta a riqueza do material. Na segunda fase, em 2000, os pesquisadores realizaram nova viagem com coleta de outros materiais com cantadores e dançadores. Durante o ano de 2001 foi dada organização científica a tudo que foi recolhido e efetuadas comparações com o material coletado pela expedição de Mário de Andrade.
O projeto, aprovado pela Fapesp, teve como objetivo entender, entre outras coisas, os processos de transformação da cultura brasileira e como as manifestações folclóricas reagiram à interferência dos meios de comunicação. O projeto resultou, também, num filme que recebeu o Prêmio Estímulo da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.

 

Quando a ciência é notícia

Pesquisa que investiga a mídia impressa brasileira, mapeando o quanto ela divulga sobre ciência e de que forma esse conteúdo é veiculado. Para tanto, foi utilizado o método comparativo, por sua eficácia na compreensão das estruturas midiáticas conjunturais e contextuais. Os objetos de avaliação foram nove jornais de maior circulação no país, cinco deles das principais capitais das regiões brasileiras e quatro jornais de prestígio nacional localizados em São Paulo (2) e Rio de Janeiro (2). Através dessa análise procurou-se compreender quando a ciência é notícia na mídia brasileira. Os resultados mostraram que cresceu o número de matérias sobre ciência no Brasil.

O objetivo desta pesquisa foi acompanhar a prática da informação científica processada nos meios de comunicação impressos, que permitem realizar a ligação entre os cidadãos e os cientistas. Verificando que o jornal diário é um dos veículos privilegiados da relação entre os cidadãos e os diversos organismos e acontecimentos de escala mundial, decidiu-se pesquisar o noticiário científico no espaço do jornal diário, apreendendo sua significação jornalística e sua forma de expressão verbal, com o objetivo de apontar o quanto de abordagem ou aprofundamento científico é utilizado na imprensa diária.

Quando a Ciência é Notícia-2000-2001 foi apoiada pelo Pronex-CNPq e baseada em uma pesquisa organizada pelo prof. José Marques de Melo, que inventariou a forma como a ciência foi divulgada nos jornais brasileiros na década de 80.

 

 

Copa do Mundo de Futebol: Análise da Construção Jornalística da Mensagem Esportiva - Um Estudo Comparativo (Brasil-Argentina) Japon-Corea 2002

Este estudo teve como meta compreender as tendências utilizadas na chamada das matérias esportivas, frente ao evento da Copa do Mundo de Futebol, realizada no Japão-Corea 2002, assim como, identificar os gêneros jornalísticos utilizados (opinativos/informativos), na construção da mensagem. Foram analisados dois jornais diários: Clarín e o Diario de la República, da Argentina e o Correio Popular e Folha de S. Paulo, do Brasil , no período de 01 de junho à 18 de julho de 2002. Após o levantamento de dados, foi elaborado um estudo comparativo entre Brasil- Argentina, realizado em parceria com o professor Sergio Ricardo Quiroga Macleimont – Diretor do Centro de Estudios Olímpicos y Ciencias del Deporte José B- Zubiaur - Argentina.

Integrante: Vera Regina Toledo Camargo

 

 

Mapeamento da mídia brasileira: aspectos e tendências do Jornalismo Científico

A pesquisa sobre a mídia brasileira – jornal, revista, rádio, televisão aberta e paga – estruturou-se na coleta de dados junto aos principais anuários existentes sobre o assunto: Anuário de Mídia, Mídia Dados, Jornais Brasileiro (publicação da ANJ-Associação Nacional de Jornais) e Anuário Estatístico do IBGE. O levantamento teve como principal objetivo apurar o número global desses veículos cotejando dados, uma vez que os anuários tinham fontes diversificadas de informações, datas diferentes de apuração assim como metodologia adequada a objetivos específicos de cada um desses institutos. Da mesma forma, utilizando essas mesmas fontes, buscou-se informação qualificada, voltada ao objetivo da pesquisa, que era apurar onde a divulgação científica acontece.

Integrante: Wanda Jorge

 

 

TIME – Tecnologias e Mídias Interativas na Escola

Projeto de desenvolvimento de atividades de reflexão sobre os impactos da Tecnologia da Informação e Comunicação na sociedade contemporânea, especialmente suas implicações no processo de trabalho, na produção cultural e na prática pedagógica. As atividades do projeto abordaram fortemente os princípios que regem a comunicação e a educação (Educomunicação) no que diz respeito à utilização recursos tecnológicos para a produção de rádio na web, produção de clipes musicais, filmes, peças teatrais, dentre outras atividades que contribuem com o processo de aprendizado dos alunos e o desenvolvimento de toda a comunidade escolar. O projeto foi desenvolvido pelo Núcleo de Informática Aplicada à Educação (Nied) vinculada à coordenadoria de centros e núcleos interdisciplinares de pesquisa (Cocen) da Unicamp, e com a colaboração do Nudecri, do Labjor, e em parceria com a Secretaria do Município de Hortolândia.

Financiador: Fapesp

 

 

Projeto de Pesquisa Internacional Brasil e Espanha – Universidade Politécnica de Madrid e Unicamp

Com o objetivo de incentivar e divulgar as manifestações culturais de cada nação indígena e promover a integração entre as diversas etnias, os jogos tradicionais indígenas são atividades místicas que congregam em si o mundo material e imaterial, de cada etnia. Geralmente, são jogados cerimonialmente, em rituais, para agradar a um ser sobrenatural e/ou para obter fertilidade, chuva, alimentos, saúde, condicionamento físico, sucesso na guerra, entre outros. Visam, também, a preparação do jovem para a vida adulta, a socialização, a cooperação e/ou a formação de guerreiros. Os jogos ocorrem em períodos e locais determinados, as regras são dinamicamente estabelecidas, não há geralmente limite de idade para os jogadores, não existem necessariamente ganhadores/perdedores e nem requer premiação, exceto prestígio; a participação em si está carregada de significados e promove experiências que são incorporadas pelo grupo e pelo indivíduo.
O projeto foi desenvolvido com o apoio da Agência Espanhola de Cooperação Internacional (AECI), entre a Faculdade de Ciências da Atividade Física e Esporte (INEF), da Universidade Politécnica de Madri (Espanha) e a Universidade Estadual de Campinas, através do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), do Laboratório de Antropologia Bio-Cultural da Faculdade de Educação Física da Unicamp e do Centro de Memória.

Equipe brasileira: Maria Beatriz Ferreira, Vera Regina Toledo Camargo, Olga de Morais von Sinson,

Equipe espanhola: Manuel Hernández Vázquez, Julia Irigoyen, Alicia Sanches, Pedro J. Jiménez Martín, Diana Ruiz Vicente, Gema Rizos Estrada

 

 

Biotecnologias de rua

O que podem as imagens, os sons e as palavras em propostas de divulgação científica? Como fazer com que imagens e sons fujam para além das possibilidades de registro/contexto/representações sonoras e visuais? Como fazer explodir um tempo que possibilite um retorno que não seja repetição do que aconteceu, mas proliferação, ao mesmo tempo, de passados-futuros? Como escapar às imagens e sons que jogam com a autoridade de bom senso e senso comum? D i v a g a r . . . Ciências que se multiplicam e se dispersam por entre imagens, palavras, sons, desejos. Arte, amor, loucura e resistência e… e…

Durante quatro dias, artistas e pesquisadores fizeram workshops – sobre roteiro, edição, imagem, cinema, som, vjing (VJ) e fotografia – como parte das ações do projeto de pesquisa e extensão universitária Um lance de dados: jogar/poemar por entre bios, tecnos e logias (MEC/MinC/Edital PROEXT 2008), desenvolvido por pesquisadores, artistas e alunos vinculados ao Labjor-Unicamp, Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Vontades de caotizar, misturar, distender as linguagens, as imagens, os conhecimentos em movimentos de liberação de pensamento. Este projeto faz parte de outro mais amplo – o Biotecnologias de Rua – no qual foram produzidas performances teatrais e instalações pelas ruas de Campinas. Os registros sonoros e visuais dessas ações serão disponibilizados no Blog do Calçadão www.labjor.unicamp.br/biotecnologias/calcadao .

 

 

Memória Roda Viva

Projeto de constituição de um acervo escrito dos programas televisivos, exibidos desde 1986, do programa Roda Viva. São disponibilizadas, na íntegra, todas as entrevistas já feitas e que serão realizadas no futuro, permitindo que pesquisadores, telespectadores e internautas acessem seu conteúdo no formato texto, acrescido de verbetes, referências, fotos e pequeno vídeo. Um sistema de navegação simples permite que se encontre rapidamente uma determinada entrevista, e um mecanismo de busca e a divisão por cinco grandes temas, visa a facilitar pesquisas mais específicas.
Integrantes: Carlos Alberto Vogt ( coordenador), Rafael de Almeida Evangelista, Daisy Lara, Luiza Helena de Almeida Bragion, Roberto Belisário Diniz, Flávia Gouveia, Alejandro Fernandez Moraga, Adauto Molk, Alexandre Caroli Rocha, Claudia Dourado de Salces, Claudia Gisele Pinto Gonçalves, Lívia Maria Botin, Roberta Lins Gregório, Sibila Vieira de Carvalho, Tânia Ferreira. Financiador:Fapesp.

 

 

Um lance de dados: jogar/poemar por entre bios, tecnos e logias

Trata-se de uma proposta de pesquisa e divulgação científica que aposta em uma aproximação – quase invasão – do público (entendido como autor) em discussões sobre biotecnologias, mídias e suas intensas possibilidades de intervenções na vida. Esta ação – jogos de dados – está relacionada ao Projeto de intervenção e pesquisa Biotecnologias de Rua, desenvolvido por uma equipe multidisciplinar de artistas e pesquisadores do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo e da Faculdade de Educação da Unicamp desde novembro de 2006. Esta proposta deriva da peça “Num dado momento: biotecnologias e culturas em jogo” e quer expandir as ações do Projeto e criar diálogos plurais entre bios, tecnos, logias e ruas, a fim de gerar fugas às estabilizações e fixações nos/dos dados científicos.

Integrantes: Carlos Alberto Vogt (coordenador), Susana Oliveira Dias e Elenise Cristina Pires de Andrade, Alik Wunder, Ana Paula Camelo, Renato Salgado de Melo Oliveira, Sheyla Cristina Smanioto Macedo, Vivian Marina Redi Pontin.
Financiador:Ministério da Educação e Ministério da Cultura – Proext 2008.


Percepção Pública da Ciência e Tecnologia

Desenvolvido com pesquisadores da Ibero-américa, em especial da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) e a Rede Ibero-americana de Indicadores de Ciência e Tecnologia (Ricyt/Cyted), com o objetivo de criar uma metodologia única para e construir indicadores de cultura científica. Engloba pesquisas de opinião pública, análise de resultados e comparação com referências internacionais com o objetivo de analisar o que a população pensa e sabe sobre Ciência e Tecnologia.
Integrantes: Carlos Alberto Vogt (coordenador), Marcelo Knobel, Samuel Antenor dos Santos, Rafael de Almeida Evangelista, Simone Pallone de Figueiredo, Luiz Fernando Amaral dos Santos, Sabine Righetti. Financiadores:Fapesp e OEI.

 


 

 
 
 
 
 
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